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Leia a coluna semanal de Roberto Costa

01 fevereiro 2013 - 16h00

Com a corda... – No pescoço. É como estão se sentindo os 29 vereadores de Campo Grande enquanto aguardam pelo resultado do julgamento que pede o despejo da edilidade do prédio localizado na Avenida Ricardo Brandão, 1600, por falta de pagamento.



Sem-gabinete – O despejo, ou melhor, o julgamento do pedido de despejo foi transferido para a próxima terça-feira (5) fevereiro por conta do pedido de vistas solicitado pelo desembargador Marco Antônio Nogueira Hanson, no dia 11 de dezembro de 2012.



Sensacionalismo – O que se viu e ouviu da tragédia que vitimou 235 pessoas em Santa Maria (RS), foi uma acirrada disputa entre os principais canais de televisão do país com a finalidade única de liderar a audiência.



Solidariedade – O que se esperava num momento de comoção, de perdas irreparáveis de jovens que sonhavam com um futuro promissor era o somatório de forças para confortar os familiares das vitimas. Imaginem se Jesus Cristo fosse crucificado hoje?



Temporário – O ex-deputado federal Ruben Figueiró de Oliveira, o “Formiguinha”, ascendeu ao cargo de Senador da República no dia 30 de janeiro por conta do pedido de licença do titular, Antônio Russo, do PR, para tratamento de saúde.



Libras – Tudo indica que a secretária de Assistência Social, vereadora licenciada Thaís Helena (PT) sequer consegue usar a língua brasileira de sinais para convencer o prefeito Alcides Bernal a nomear os indicados por ela.



A espera do milagre – O Pronto Atendimento Médico do Hospital Regional anda apinhado de pacientes em macas distribuídas pelos corredores, problema que somente será solucionado quando o governador André Puccinelli inaugurar o Pronto Socorro do HR.



Desarmada – A Guarda Municipal (GM) de Campo Grande não tem previsão de quando começará a fazer uso armas de fogo. É que as negociações com a Polícia Militar (PM) cessaram. Será que os componentes da GM estariam preparados para tal?



E o Bernal? I – Está correndo o risco de enfrentar movimento grevista ante mesmo de completar seis meses de administração. Servidores que votaram nele andam dizendo às escondidas que “eram felizes e não sabiam”.



E o Bernal? II – Adotou medida de contenção de despesa que está refletindo diretamente no bolso, no orçamento do servidor no final do mês. Uma servidora ficou indignada ao receber o contracheque com R$ 160 a menos.



Deu no Correio do Estado – Que um senador sul-mato-grossense não devolveu um centavo sequer do 14º salário pago pelo Congresso, ou melhor: pelo contribuinte. Você acha que ele desprezaria o montante de R$ 19.374,26?



Expectativa – Os suplentes estão na maior ansiedade à espera do resultado do julgamento dos vereadores e prefeitos que tomaram posse mesmo tendo a prestação de contas rejeitada. Tem gente que até já encomendou terno novo.

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