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Espiritualidade nas empresas, por Faustino Vicente

18 dezembro 2012 - 15h45





Às vésperas do Natal, já podemos afirmar que o consumismo vai bater novo recorde, que famílias vão se reunir para a ceia, que as igrejas celebrarão solenidades especiais, que o Papai Noel vai tentar roubar a cena do aniversariante, que a solidariedade estará à flor da pele e que a expressão – Feliz Natal – será imbatível.



Além dessas manifestações, que ocorrem anualmente, seria bem-vindo um presente...sem data de validade.



Nossa sugestão vai para os lideres de organizações, – publicas e privadas –, de todos os portes e segmentos, para que a espiritualidade, sem nenhum vínculo com religião, ganhe espaço no cotidiano das empresas.



Diante das descobertas científicas, do avanço tecnológico e do progresso material no mundo, que são bem-vindos, estamos convencidos que há um descompasso entre essa realidade e a evolução das relações interpessoais, gerando um profundo abismo entre o oceano de pobres e a ilha de ricos.



Pressão excessiva para aumentar a produtividade e reduzir custos, assédio sexual, constrangimento moral, gestão centralizadora, que inibi a criatividade dos funcionários, salários desproporcionais ao lucro de determinadas organizações e condições inadequadas de trabalho, são algumas evidências que nos levam à máxima – “quem pode manda e quem tem juízo obedece” - , uma cruel realidade em muitas empresas.



O estudo da espiritualidade, por parte de dirigentes e funcionários nas empresas, pode fazer parte da cultura organizacional, pois é uma singular oportunidade para uma profunda reflexão sobre o capital e o trabalho, o econômico e o social, a hierarquia e o autoritarismo, o questionamento de ideias, não de pessoas, o preconceito (chaga social) e o respeito, a empresa e a família, a gestão solitária e a gestão solidária e, enfim, as metas da empresa e as necessidades do funcionário.



Dar oportunidades iguais, em seu mais abrangente sentido, para que todo cidadão possa revelar e desenvolver o seu potencial, é o alicerce indispensável para a construção de uma sociedade e mais justa socialmente e menos desigual economicamente.



Concluímos que espiritualidade é a soma de valores, que produz uma mudança para melhor, no interior do ser humano.



(*)Faustino Vicente – Consultor de Empresas e de Órgãos Públicos, Professor e Advogado – e-mail: faustino.vicente@uol.com.br – Jundiaí (Terra da Uva) São Paulo – Brasil -

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