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EDUCAÇÃO

Redes Sociais em Tempos de Pandemia

25 setembro 2020 - 06h06Por Angélica Fraga – IEGRAN Dourados

Em tempos de quarentena, as redes sociais tornaram-se uma ferramenta digital essencial para nosso dia a dia.

Neste período a internet e as redes sociais vêm trazendo muitos benefícios para uma grande parte da população. As possibilidades do trabalho home office, aulas on-line, novas estratégias de comércio, manter relacionamentos afetivos e até desfrutar do lazer e da cultura através das lives e entretenimentos digitais, algumas dessas atitudes as quais já vinham ocorrendo nos últimos anos através das telas de smartphones e computadores, e o surgimento do novo Coronavírus (Covid-19) potencializou o uso desses recursos para conseguir manter certas rotinas durante a pandemia.

Hoje, através da hashtag #FiqueEmCasa, as pessoas podem desfrutar de treinamento físico, aulas de ioga, entrevistas com celebridades, shows, promoções de entregas em domicílio, cursos on-line, campanhas de solidariedade e até memes, o que faz das redes sociais ferramentas vitais nestes tempos, uma vez que, para o ser humano é vital se comunicar e manter o contato com o mundo.

No entanto, embora as redes sociais tenham se tornado, aliadas fiéis para muitos durante o confinamento, inclusive até para se “desconectar” do que está acontecendo, também é verdade que, para outros, a grande rede pode ser uma fonte de ansiedade (pela grande carga de informações dessa crise sanitária e até pela saturação de tantas atividades oferecidas), de frustração (por não possuir o que outros aparentemente têm), podendo até ser um sério problema de dependência.

Nesse caso as redes sociais podem ser uma faca de dois gumes durante o isolamento social e isso se dá ao uso intensivo da internet que pode gerar um uso compulsivo, definindo uma dependência e centralidade do uso da internet em relação a qualquer outra ação cotidiana.  A participação intensiva nas redes sociais também pode gerar um "excesso" de informação ou, em muitos casos, desinformação sobre a pandemia. O excesso de informação pode gerar ansiedade e a difusão da noção de um "medo global", com ênfase no número de mortes e previsões das curvas de contágio. Por outro lado, a depender das redes a que se está vinculado, as redes sociais podem prover um conjunto de fake news, que descredibilizam a ciência, o conhecimento epidemiológico e as orientações sanitárias.

No caso de crianças e adolescentes, o uso intensivo também pode aumentar as chances de sofrer e praticar violências no ambiente digital.

Antes da pandemia, falava-se da relação entre o uso das redes sociais com níveis mais altos de depressão, sensação de solidão e isolamento social. Hoje, por necessidade, a orientação é permanecer em confinamento, mas não podemos deixar que as redes sociais dominem a vida dos usuários para que possam ter uma quarentena digital saudável.

A "rotina saudável" não pode ser definida a priore, pois cada faixa etária/geração tem uma relação diferente e faz usos diversos das redes sociais. Para os jovens, por exemplo, a sociabilidade digital é essencial. Assim, a navegação on-line percorrerá caminhos diferentes entre games, busca de informação, interações com familiares/amigos/conhecidos, compra e contratação de serviços/mercadorias, entretenimento, aprendizagem escolar ou diversa, hobbies, etc. O que "faz bem" ou é "saudável" pode variar de acordo com a cultura, com os parâmetros de saúde mental e com a idade desse usuário. Os manuais da Organização Mundial da Saúde e do Unicef sugerem que os pais pactuem com seus filhos um tempo de uso da internet por dia, evitando que deixem de realizar outras atividades.

A sociabilidade digital é essencial à contemporaneidade, veio "para ficar" ainda que continue a sofrer constante mutação, de acordo com a incorporação de novas tecnologias. Quando a quarentena terminar continuará a ser essencial. Talvez leve um tempo para o "desmame" gradual dos que ficaram mais aficionados, já para outros que não faziam uso das redes sociais provavelmente passarão a incorporar tais práticas em suas rotinas. Contudo, a sociabilidade presencial, que permite a vinculação das corporatividades que demarcam nossa existência, a força dos sentidos, do toque, do abraço continuará a essencial da vida em comum. Continuaremos nos desdobrando entre as fronteiras cada vez mais borradas entre os mundos online e offline. O que nos parece ainda um desafio imediato é o investimento numa educação digital, para que o uso da internet seja ético, para que as informações ali veiculadas sejam absorvidas de forma crítica e reflexiva e assim possamos usufruir das muitas possibilidades de comunicação, produção e disseminação de conhecimento, afeto, de lutas por direitos e mesmo de serviços e negócios.

Agora pare e reflita:

O QUE AS REDES SOCIAIS TÊM CAUSADO NA SUA VIDA?

QUAIS MUDANÇAS ELA TROUXE PARA SUA REALIDADE?

O QUANTO VOCÊ EVOLUIU EM CONHECIMENTO E CULTURA COM TODA ESSA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL?

QUANTO TEMPO VOCÊ PASSA CONECTADO IN HOME OFFICE E EM REDES SOCIAIS ALEATÓRIAS?

AS REDES SOCIAIS ESTÃO INTERFERINDO NO CONVÍVIO FAMILIAR?

VOCÊ TEM OBSERVADO O CONTEÚDO DIGITAL E O COMPORTAMENTO DE SEUS FILHOS NAS REDES SOCIAIS?

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