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Educação

Aprender com a fita isolante das emoções

28 fevereiro 2020 - 09h26Por O Quintal- Espaço de Leitura e Aprendizagem Mediada

Vínculo a fita isolante  
Vínculo a fita isolante das emoções 

Ao ouvir uma história, seja ela, contada pelos pais na hora de dormir, pelos avós, pelo vendedor da feira, ou naquela série em que cada episódio é mais interessante que o anterior, uma “mágica acontece”: o estabelecimento de vínculo.

A partir do momento que nos identificamos com uma personagem ou alguma passagem da história e queremos saber o que vai acontecer, se as atitudes tomadas são semelhantes às nossas ou se existe outra forma de resolver o problema, diferente do que já fizemos. E se aquela história realmente interessar, e se de alguma forma ela marcar emocionalmente, ficará registrada no cérebro com a fita isolante das emoções que jamais deixam um aprendizado apagar-se.

Imaginemos então, a seguinte situação: uma sala de aula com conteúdos difíceis, mas transmitidos de forma lúdica para as crianças. Ilustrar um aprendizado com uma história é usado há milênios. Ao contar uma história, pais e professores estabelecem com as crianças um clima de cumplicidade que remete à época dos antigos contadores de histórias que, em volta do fogo, contavam a uma plateia atenta, as histórias do seu povo. Para que não precisemos inventar a roda a cada dia, é necessário que o patrimônio cultural que a humanidade acumulou durante séculos seja conhecido pelas novas gerações. E nada melhor do que contar histórias pra fazer viver o que existe na memória coletiva.

“O que tenho observado na prática é que depois de ouvir uma história bem contada, a reação imediata do aluno é pedir o livro pra ler.” Rejani Contadora de Histórias

Para que uma história seja “bem contada”, primeiramente, deve fazer sentido para quem a conta – histórias que encantaram o próprio contador em sua infância são uma boa primeira opção; a escolha, leitura e releitura deve acontecer anteriormente e de forma consciente para que não aconteça nenhuma surpresa desagradável durante a leitura na frente de sua plateia; como uma ação ou reação de algum personagem que contradiz ou nega valores pessoais que você considera importante ensinar para as crianças. 

Depois de conhecer bem o texto é hora de brincar com a história, dar ‘vozes’ aos personagens, usar objetos para ‘ser’ os personagens. Utensílios de cozinha podem se tornar opções criativas: um pegador pode ser um jacaré, uma peneira vira um ratinho e um espremedor de frutas um pato, e o que mais a sua imaginação permitir.

A fita isolante da emoção está te esperando para ser usada. Prepare uma história e estabeleça vínculo com seu filho, aluno, seu cliente e quem mais você desejar.

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