Impressiona a facilidade com a qual, certas empresas criam um novo depósito de entulhos “um lixão”.
Refiro-me a restos de materiais de construção misturados com lixos domésticos, sacolas plásticas, ferros, pregos, etc..., que estão sendo despejados e rapidamente enterrados ao lado da Aldeia Bororó, a poucos metros de uma das nascentes do córrego São João.
Não bastassem os problemas crônicos vivenciados pela comunidade indígena, sempre explorada e empurrada para o submundo pela sociedade douradense, nesse momento é difícil entender como isso acontece de forma repentina e simplória como se o meio ambiente realmente não fosse de interesse coletivo, mas apenas dos interesses comerciais de poucos.
O local mencionado encontra-se próximo ao antigo lixão municipal, desativado à quase uma década e ainda sem o devido tratamento exigido pelo bom senso dos que amam e tentam preservar e/ou reconstruir a natureza.
Prezados educadores, alunos, instituições, imprensa, cidadãos em geral. Essa é uma grande oportunidade de visitar o local para opinar, se for o caso protestar ou aplaudir.
Uma árvore no centro da cidade foi palco de uma grande mobilização, será que uma área que compreende vários quarteirões não pode ter uma mobilização ainda maior?
Dourados já foi destaque nacional por diversas notícias negativas espero que não seja destaque internacional pelo descaso com as questões ambientais.
Quem cala consente, por isso estou exercendo a minha cidadania e indignado gostaria que as instituições e órgãos competentes emitissem seus pareceres abertos a comunidade, para entendermos como e porque as coisas acontecem.
A Secretaria de Obras deve fazer uma vistoria na estrada de acesso, de preferência hoje, para constatar as péssimas condições onde diariamente transitam pessoas humildes e trabalhadoras.
Vou indicar a localização para facilitar: avenida Guaicurus, km 5 entrada a direita, antes dos dois quebra-molas, numa estrada vicinal destruída pelos caminhões da empresa que a utiliza para o transporte do material em questão e desrespeitosamente espalha pelo caminho pregos, pedaços de materiais de diversas origens, pois nem lona colocam sobre as caçambas e numa velocidade assustadora.
Já ouvi citações do tipo, “você está mexendo com poderosos, toma cuidado”. Acima de tudo e de todos acredito em Deus, o Criador e entendo que estou cumprindo minha missão.
Coloco-me a disposição para interessados em visitar o local e colher informações adicionais.
Antonio Weber – Agroecologista com certificação orgânica (IBD); Produtor de mudas. Membro do IMAD - Instituto de Meio Ambiente e Desenvolvimento. Apresenta o “momento agroecológico” na Rádio Coração FM 95,7 e na Rádio Cidade FM 101,9.
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