A região da Cabeceira Alegre, apesar de muito antiga, está desprovida de uma área de lazer, desportos e atividades físicas, a exemplo dos existentes nas regiões do Flórida (Parque Antenor Martins), Grande Água Boa (Centro Desportivo e Cultural Jorge Antônio Salomão), e o Centro da Cidade (Parque Arnulpho Fioravanti).
Diante disso, nós, moradores desta região, precisamos nos articular e cobrar de nossas autoridades (vereadores, prefeito, deputados, senadores, governador, etc.), a inclusão em seus planejamentos de recursos para a construção de algo semelhante para a mesma.
As lideranças comunitárias, religiosas, escolas e a população de maneira geral da Cabeceira Alegre e região, devem, desde já, iniciar a discussão e a disputa de orçamentos para esta finalidade. Pois sabemos que, uma obra deste vulto, não é uma coisa que o Prefeito pode assumir o compromisso de fazê-la de forma impulsiva, haja vista demandar investimentos vultosos. Só pode ser viabilizada mediante um planejamento muito criterioso e de alocação de recursos nas três esferas de poder (município, estado e união)
O primeiro passo é incluir esta discussão nas Leis e Diretrizes Orçamentárias do Município (LDO) e na Peça Orçamentária Municipal, as quais devem ser aprovadas respectivamente em Junho e Dezembro 2012, e desta forma ser iniciada sua execução a partir de 2013.
Exige também que sejam providenciadas emendas da bancada federal e Brasília, envolvendo, sobretudo, os deputados federais Geraldo Rezende e Marçal Filho e o Senador Delcídio do Amaral.
Também por ser 2012 um ano eleitoral, penso ser oportuno, comprometer os candidatos a vereança, prefeito e vice-prefeito, com esta reivindicação.
A Peça Orçamentária de Dourados para 2012 é de R$ 698.040.790,22. Portanto, havendo uma ação planejada, é possível, incluir esta área de lazer já para 2013 como uma prioridade e, ao mesmo tempo, viabilizar recursos para a sua construção.
Além do mais, se a mobilização for realizada nos termos propostos neste artigo, se constituirá em uma experiência educativa muito rica para o exercício coletivo da cidadania, tendo em vista que o cidadão passará, a saber, que existem instrumentos legais (Plano Plurianual, LDO, Peça Orçamentária do Município) através dos quais, ele pode fazer disputa de recursos para obras, serviços e ações, consideradas prioridades pela sociedade e não apenas pelos governantes.
Exatamente por esta razão, as autoridades não dão a devida divulgação destes instrumentos, aliás, uma forma de sutilmente excluir a sociedade das decisões da municipalidade, notadamente no aspecto econômico.
No entanto, a Constituição Brasileira de 1988, criou estes instrumentos, objetivando exatamente avançar rumo à democracia participativa, que nada mais é que, o poder político e econômico apropriado pelo povo.
Finalizando o meu raciocínio, quero dizer, esta obra em longo prazo, assegurará ao município uma maior economia: pois, a população tendo este espaço para lazer, cultura e exercícios físicos, desfrutará de melhor saúde, viverá melhor humorada e mais harmonicamente, etc., onerando menos o Sistema Único de Saúde (SUS).
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