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COMER BEM

Opções saudáveis deixam lado "insosso" e nutrem com sabor

26 setembro 2015 - 07h15

Que é o melhor para a saúde, ninguém duvida. Mas a fama de que tem gosto de nada recheada com coisa nenhuma ainda ronda as opções de alimentação mais saudáveis. Aos que ainda pensam que aquela comidinha mais leve é insossa, o Dourados News sente decepcionar, mas isso ficou no passado. Hoje, há muitas alternativas saborosas do lanche à sobremesa.

A substituição eficiente de ingredientes tradicionais por opções mais ricas em nutrientes, aliada a um tempero gostoso, é o segredo para garantir uma alimentação leve e muito gostosa. Dessa combinação sai de tudo: pão, bolo, biscoito e até brigadeiro.

A jornalista Dalva Gonçalves sempre gostou de cozinhar e já buscava em casa fazer comida mais saudável para a família. No começo deste ano, decidiu transformar sua habilidade em negócio.

Pesquisou várias receitas e foi fazendo testes até chegar ao ponto ideal para fazer receitas funcionais de bolos, biscoitos e pães. “Vai de cada pessoa. Às vezes a mesma receita que eu faço, você faz e não dá certo. Então, fui fazendo várias vezes e testando”, conta.

Nas receitas da Dalva, nada de farinha de trigo, manteiga ou açúcar cristal e refinado. São alternativas gostosas e que levam chia, linhaça, gergelim, mix de farinhas de polvilho, milho, féculas e outros. Cacau, ervas, canela, entre outros, ajudam a dar um gostinho bom. O açúcar é mascavo ou demerara, opções mais ricas em nutrientes.

E não é caro. Um pão caseiro funcional, por exemplo, custa R$ 15, sem levar trigo e com um mix de farinhas. Já os pacotinhos de 100g de biscoitos custam R$ 5. “Esses são bons para carregar na bolsa. Sabe aquela fome que dá no meio do dia? Você pode comer alguns que dá aquela sensação de saciedade sem precisar atacar uma coxinha”, diz.

Há dois meses começou as vendas “para valer” e a procura só tem aumentado. Só dos pacotinhos ela já vende 50 por semana, em salões de beleza e sob encomenda através do Whats App (9688-2535). Vai também começar a comercializar na Feira de Alimentos Orgânicos localizada no Parque dos Ipês e que funciona toda terça-feira. Os produtos que fabrica em casa não contém glúten, o que atrai muitos alérgicos a encomendarem.
Já aqueles que tem alergia à lactose também são clientes da Lilian Rech que há pelo menos dois anos mantém o Sweet Lila.

Ela transformou o hobby e a vontade dos amigos e familiares de comerem seus doces, em renda extra. Vende as opções tradicionais de bombons e brigadeiros, e as fitness que são menos calóricas e com zero lactose.

As alternativas leves não são feitas com versões diet ou light de produtos que já vão nos demais doces. O segredo, mais uma vez, é substituir para ficar leve e saboroso. O brigadeiro fit, por exemplo, é à base de biomassa de banana (que dá a consistência) e chocolate meio amargo (menos calórico) que dá o sabor. Todos os produtos escolhidos a dedo para ter qualidade e a confecção é artesanal.

Lilian conta que enquanto um brigadeiro convencional tem uma média de 200 calorias, o de biomassa tem 40. Por ser uma opção leve e gostosa, além dos alérgicos, o produto ainda é muito procurado por aquelas pessoas que buscam levar uma vida mais saudável, seja para manter a boa forma ou emagrecer.

“A gente sempre fica ligada nos dados dos produtos que contém ou não lactose para poder atender aquelas pessoas que tem tolerância. Mas, a maioria dos que procuram os brigadeiros de biomassa é aqueles que frequentam academias, estão em busca de emagrecimento e vida saudável”, conta.

Com a base de biomassa de banana ainda é possível fazer outros sabores, como o de chocolate branco, por exemplo. Se a pessoa não for intolerante à lactose, as opções aumentam. Lilian atende os clientes através de encomendas feitas por Whats App (9176-8080) e adapta o doce conforme o gosto da pessoa.

Entre os fit e os mais calóricos, ela possui hoje uma cartela de 26 tipos diferentes de docinhos e sempre experimenta receitas novas para oferecer. O gosto pela culinária ela tem desde os sete anos de idade, quando “se virava” na cozinha.

Começou fazendo para agradar a pedido de família e os amigos. Depois passou a vender na emissora de TV onde trabalha durante o dia. Percebeu então que havia mercado nesse ramo e passou a produzir nas horas vagas para comercialização. E tem dado certo, ela vende desde porções pequenas com alguns doces até encomendas para festas.

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