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DECORAÇÃO

Casa tem ambientes integrados e farta iluminação

04 janeiro 2016 - 16h00

Era uma construção da década 1970, compartimentada e escura, com janelas pequenas. Há tempos estava à venda e chamou a atenção do arquiteto Carlos Verna. “Gostei porque fica em terreno elevado da rua e tem uma bela vista”, diz. “Resolvi comprá-la em 2009 porque vi a possibilidade de melhorá-la com uma grande reforma.” Ele demoliu e abriu paredes até onde a estrutura permitia para ampliar os ambientes e colocar os caixilhos maiores que fazem a integração com o exterior. “Só precisei manter as paredes externas, feitas de um tijolo e meio, que sustentam a laje de cobertura”, diz Carlos, que hoje mora na casa de 220 m² com a mulher Beatriz e o filho Vito, de 2 anos e meio. “Ficaram menos cômodos e espaços mais generosos, bem ventilados e com boa insolação.”

No lugar de quatro quartos e três banheiros minúsculos, o arquiteto fez duas suítes. A cozinha foi aberta para o living, que antes era dividido em três cômodos. Agora são três ambientes integrados: salas de TV, de estar e de jantar. “Durante a obra, eu tive uma surpresa desagradável: encontrei uma viga que passava por cima de uma parede entre as salas de estar e de jantar”, conta. Para demolir essa parede, ele precisou erguer a laje com macaco hidráulico e soltá-la em cima de um tronco de pau-brasil envernizado, que serve de pilar.

Carlos procurou fazer uma obra ecológica. Trocou as telhas de fibrocimento pelas de tubo de pasta de dente reciclado, que considera mais resistentes. Em cima, instalou placas de energia solar. Na frente da casa, ele manteve a área de lazer com spa sobre a garagem e, nos fundos, aumentou a área permeável do terreno criando mais jardim. Por fim, abusou do cimento que aparece nas bancadas, no piso e na fachada. “Além da unidade estética, o material tem custo baixo”, diz.

Em contraste com as paredes claras, Carlos escolheu caixilhos de alumínio preto para as portas de correr com vidro, que aumentaram a comunicação entre o interior e o exterior. “A cor preta conserva a esquadria íntegra por mais tempo e combina com o cimento queimado e o concreto”, afirma. No banheiro, ele fez um painel com tábuas de demolição para aquecer a área da banheira, que herdou da bisavó e restaurou com pintura amarela. “Está comigo há mais de 20 anos.”

Como a laje da cobertura é invertida – com as vigas voltadas para cima –, o arquiteto pode instalar caixilhos do chão ao teto. No alto das portas internas, colocou bandeira de vidro para a passagem da luz entre os cômodos. “Deixei a casa contemporânea com linguagem moderna. Ficou prática, de baixa manutenção. Ótima para dar festas”, conclui.

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