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Agronegócio

Antes de plantar, MS já vendeu 26% da safra de soja

15 outubro 2019 - 10h04Por André Bento

Mesmo com as condições climáticas adversas que atrasaram o início do plantio da soja, produtores sul-mato-grossenses já comercializaram 26% da safra 2019/2020. Isso é o que mostra levantamento realizado pela Granos Corretora até 7 de outubro e citado na Circular 328/2019, divulgada pela da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul).

Para essa safra, é estimado um aumento na área plantada, dos 2,979 milhões de hectares cultivados em 2018/2019 para 3,163 milhões de hectares. Além disso, a produção deve crescer, passando de 8,800 milhões de toneladas para 9,906 milhões de toneladas, graças à uma produtividade média que estima-se, saltará de 48,11 sacas por hectare para 52,19 sacas por hectare.

O otimismo do setor produtivo, contudo, é freado pelas condições climáticas, já que setembro, quando acabou o vazio sanitário e foi liberado o plantio (no dia 16), foi marcado por veranicos e baixa precipitação pluviométrico, “de forma que observou-se um tímido movimento de semeadura de soja, à espera de melhores condições climáticas para que haja viabilidade dos grãos semeados”, conforme a Famasul.

Isso porque a estiagem “é prejudicial à semeadura da safra”, conforme os especialistas da Federação, que descrevem ter observado “prudência dos produtores do estado para início dessa semeadura”. Conforme já mostrado pelo Dourados News, Vicentina e Fátima do Sul tinha, até o início deste mês, os maiores índices de plantio da soja no Estado, porém, de apenas 3% da área total estimada.

Ainda conforme a circular da Famasul, em setembro Mato Grosso do Sul exportou 108 mil de toneladas de soja em grãos, retração de 58,67% em relação a 2018. E de janeiro até o mês passado as receitas totalizaram US$ 953 milhões, valor 45,9% inferior ao do mesmo período de 2018.

Esse cenário estadual acompanha a tendência nacional, já que o Brasil exportou de janeiro a setembro 60,7 milhões de toneladas, 12,15% a menos do que o volume dos nove primeiros meses de 2018. Com isso, as receitas também caíram (22,71%) e totalizaram US$ 21,2 bilhões.

Da soja sul-mato-grossense, o principal destino desde janeiro foi a China. O país asiático importou 1,9 milhão de toneladas no período, pelo que pagou US$ 685,9 milhões. Segundo maior comprador da produção estadual, a Argentina importou 346.511 mil toneladas ao custo de US$ 115.952 milhões.

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