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DOURADOS NEWS PERGUNTA

Como diminuir os gastos com a folha salarial, que por um ano ficou acima da Lei de Responsabilidade?

22 outubro 2020 - 07h32

O Dourados News perguntou: O mais recente relatório de gestão fiscal do Poder Executivo municipal detalha R$ 461.814.389,22 em despesas com pessoal entre setembro de 2019 e agosto deste ano, valor acima do limite de alerta estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, de R$ 440.867.412,58. Se for eleito, quais medidas serão tomadas para reduzir esses gastos?



 João Carlos (PT) - Há que se destacar que é em razão do trabalho dos servidores que se pode ter serviços públicos de qualidade. A mera redução de quadro de pessoal pode significar inexistência ou ineficiência dos serviços, o que não interessa à população. Os custos dos serviços não são mera despesa, mas investimentos. Basta se pensar em educação e saúde. Em
relação ao quadro de pessoal (permanente, contratados e comissionados) e aos recursos disponíveis, manteremos diálogo permanente e de forma transparente com os servidores e suas entidades, assim como com a população, buscando soluções compatíveis para manter a folha de pagamento em dia e dentro do limite da lei de responsabilidade fiscal que permite gastos de até 54% do orçamento.

 

 

 

 

 


 Mauro Thronicke (PSL) - Com foco em um governo competente, vamos enxugar todos os gastos possíveis que não prejudiquem o atendimento à população. Teremos que analisar cada unidade administrativa de todas as áreas do governo, implementando os ajustes necessários para retomar o equilíbrio das contas públicas. Caso seja eleito, esse trabalho começará imediatamente no período de transição do governo, pois teremos um curto período devido ao adiamento das eleições, para que possamos iniciar 2021 com equilíbrio e planejamento. 

 

 

 

 

 



Racib Harb (Republicanos) - Faremos uma auditoria interna nas repartições públicas. É preciso identificar o ócio que onera nossos recursos. Comissionados não são ilegais, mas se ocupam cargos sem a devida necessidade tornam-se no mínimo imorais. Faremos uma ordenação de todos os cargos a fim de enxugar a mão-de-obra comissionada e valorizar os efetivos. Ficarão aqueles que realmente botam a mão na massa para manter o serviço público de qualidade e eficiência. 

 

 

 

 

 



Wilson Matos (PTB) - Nós só poderemos responder essa questão quando estivermos na Prefeitura. Seria leviano de minha parte falar sobre algo que não conheço de forma detalhada no que tange a recursos humanos, estrutura material e outras condicionantes que devem nortear uma gestão. Preciso saber o que vou “herdar” e aí sim traçar um plano para que nunca sequer se chegue ao alerta vermelho da Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

 

 

 

 

 

 

 



 Alan Guedes (PP) - Reduzir a máquina pública é o desafio de todo gestor e vamos encarar esse de frente, desde o primeiro dia, porque precisamos, como já descrito em pergunta anterior, de recursos para investir em áreas como saúde e educação, prioritariamente a infantil. Vamos reduzir o número de servidores comissionados, o que diretamente reduzirá gastos com pessoal, que é uma das principais despesas. Por outro lado, acreditamos que a valorização do servidor efetivo também contribui para eficiência da administração, por isso garantiremos as conquistas e os direitos dos PCCRs das diversas categorias de servidores.

 

 

 



 Barbosinha (DEM) - Seguiremos o que a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece, sem pedaladas fiscais e sem gastar mais do que é permitido. O problema das finanças da prefeitura de Dourados não são os salários dos servidores, mas sim a forma como a máquina foi inflada com contratações diretas e nomeações em cargos de confiança, os chamados DGA. Quem está trabalhando, produzindo e servindo não precisa ficar preocupado, pois todo direito adquirido será respeitado, mas as contratações diretas e o número de cargos comissionados, entretanto, serão alvo de profundo estudo para evitar o inchaço da máquina.

 

 

 

 



Jeferson Bezerra (PMN) - A máquina pública precisa ser eficiente e quanto mais enxuta melhor. As leis existem para serem cumpridas e é o que pretendemos. Não iremos gastar um centavo acima do permitido. Quero o funcionalismo como meu parceiro de primeira hora e quem me ajudará a encontrar a saída para esse equilíbrio. Não sou mágico e portanto não tenho coelhos na cartola ou cartas nas mangas. O problema será enfrentado junto com os que o vivem: os funcionários, que por certo apontarão o melhor caminho para o equilíbrio arrecadação e percentual de gastos com pessoal.

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