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DESAFIO

Cumprindo lei de 'aterros', Dourados quer aumentar coleta seletiva

05 agosto 2014 - 12h15

Thalyta Andrade

Dourados é um dos nove municípios do Estado de Mato Grosso do Sul (em meio a 79) que cumprem a lei federal nº 12.305/2010, que estabelece a chamada PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), e impõe o descarte e tratamento de resíduos sólidos em aterros sanitários e não nos chamados ‘lixões’. O prazo para adequação à lei foi de quatro anos, e se encerrou no dia 2 de agosto.

No entanto, apesar de ser referência no Estado neste aspecto, conforme avaliação do Imasul (Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), o município ainda ‘engatinha’ no que diz respeito a outro desafio: a coleta seletiva.

Com uma demanda de 180 toneladas por dia de lixo, 0,65% do resíduo global é encaminhado por meio deste tipo de trabalho, que abrange atualmente 14 bairros.

Segundo o representante da empresa privada responsável por coordenar todas as ações no aterro sanitário municipal, a projeção é de nos próximos cinco anos, o município tenha condições de fazer a coleta seletiva em todos os bairros.

“É um projeto que de certo modo ainda cresce como um embrião, mas temos encaminhamentos e condições de estabelecer um cenário de referência para Dourados também nesse aspecto da coleta seletiva”, explicou o gerente da empresa, Carlos Roberto Felipe.

O diretor presidente do Imam (Instituto Municipal de Meio Ambiente), Rogério Yuri Farias Kintschev, ressaltou que há um trabalho realizado em escolas municipais, estaduais e privadas, e também em empresas em geral para a conscientização das novas e antigas gerações sobre o papel de cada um dentro do processo que envolve a coleta e destinação adequada de resíduos sólidos.

“Temos trabalhado neste sentido por meio de cartilhas didáticas que orientam sobre como as pessoas devem ser conscientes de que também possuem um papel no processo, e que não cabe apenas ao gestor público toda a responsabilidade. Estamos orientando as novas e antigas gerações para a educação ambiental”.

Por fim, Kintschev disse que o Imam junto de demais órgãos de fiscalização como a Semsur (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos), trabalham na fiscalização intensiva para impedir a formação de lixões, principalmente em beira de rodovias, que é um problema observado com frequência em alguns dos principais pontos da cidade.

“Fazemos com a autuação das empresas que são identificadas como responsáveis pelo descarte inadequado, e em breve teremos à disposição um número de telefone exclusivo para denúncias desde tipo. É um problema recorrente, que envolve também a questão dos carroceiros, mas que trabalhamos para coibir”, finalizou o diretor presidente do Imam.

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