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Sindicato garante que não existe risco de contaminação com lixo hospitalar acumulado

23 março 2013 - 07h15

Maryuska Pavão


Após a suspensão do contrato com a empresa que coleta o lixo hospitalar em unidades particulares de Dourados, decretado no início do mês, surgiu a preocupação da possível contaminação de pessoas com resíduos que estão sendo armazenados em abrigos dentro dos estabelecimentos hospitalares.

De acordo com a assessora de direção, do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde de Dourados, Maria Izabel de Aguiar, o risco [de contaminar], pois o lixo é embalado em caixas e sacos plásticos próprios para esses materiais. “Os abrigos que estão sendo depositados e as pessoas que manuseiam são qualificadas para isso. Com isso, até a contratação de uma nova empresa de coleta, não há perigo para a sociedade” explicou a assessora.

A suspensão da coleta de lixo no município aconteceu após a Procuradoria da Justiça Federal notificar a prefeitura, através da Lei Federal 12.305/2010, o qual determina que cada unidade geradora de lixo hospitalar seja responsável pela coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final do material produzido. Ao todo 196 empresas, geradoras de lixo hospitalar foram notificadas na cidade.

Segundo a assessora, o sindicato já entrou com uma nova ação no Ministério Público Federal, para obter mais prazo, até a contratação de outra empresa. “Estamos conhecendo três empresas, mas quase não tivemos tempo para analisar as outras empresas, pois a preocupação não é só a coleta, mas o destino final desse lixo. Não podemos correr o risco de algum tipo de contaminação ou poluição” disse.

Segundo o diretor de departamento da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos – Semsur, Hédio Carneiro, a prefeitura apenas está cumprindo a lei e que desde janeiro já havia informado os estabelecimentos sobre a suspensão.
“O prazo foi dado e não foi cumprido, estamos trabalhando conforme a lei. Agora, o lixo produzido pelos hospitais, clinicas, consultórios veterinários e odontológicos e as farmácias, são de sua própria responsabilidade” disse.

Carneiro explicou que Dourados produzia por mês em lixo hospitalar mais de 40 toneladas e toda a responsabilidade de coleta e destino final era da prefeitura.

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