Os servidores da agência do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) continuam em greve em Dourados e aguardam uma nova reunião da categoria junto ao governo federal no próximo dia 26 em busca de um acordo. Os funcionários participam do movimento desde o dia 13 de julho e de acordo com uma servidora, tiveram descontados os dias de greve na folha de pagamento e irão recorrer.
“Houve corte no ponto e no pagamento na prévia que nos passaram e a Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social) já entrou com ação como cautela, isso não pode ocorrer”, afirma a servidora Rose Montinho Braga.
Na manhã de quinta-feira (20) os servidores em greve realizaram um protesto em frente a agência da avenida Weimar Gonçalves Torres que se estendeu também a gerência do Instituto localizada na avenida Joaquim Teixeira Alves. De acordo com Rose, a busca foi chamar a atenção da população para as solicitações da classe e convidar os poucos funcionários que não aderiram para que façam parte.
“Da gerência não são todos que aderiram e fomos para convidá-los para somarem força e também com faixas e cartazes explicamos sobre nossas reivindicações para a população. Toda a quinta é o dia “D” dos atos e ontem foi bem produtivo”, destacou.
Entre as reivindicações da categoria estão reajuste e remuneração de acordo com a inflação, incorporação das gratificações plano de cargos e carreira, 30 horas de trabalho para todos os servidores, concurso público para repor quadro funcional, fim do assédio moral, contra as terceirizações e ainda isonomia salarial e paridade entre ativos e aposentados entre outros.
Rose cita que representantes do governo e da categoria se reuniram na quinta e foi apresentado aos servidores alguns benefícios como melhora na gratificação da aposentadoria da categoria e um aumento no auxílio alimentação, porém, como nada foi documentado, a categoria aguarda a reunião na próxima semana com as proposições por escrito e tem expectativa de mais alterações.
“Alegaram falta de tempo por não terem levado o que pretendem mudar por escrito, então vamos aguardar a nova reunião no dia 26. Sabemos que o governo não vai propiciar tudo que queremos de imediato, porém lutamos por mais atenção aos pontos como melhoria do auxílio alimentação, pois o que está proposto é irrisório e um reajuste que seja condizente ao menos um pouco com o que precisamos, acredito que breve haja um equilíbrio e um acordo para que isso seja resolvido”, finaliza.
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