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MOBILIZAÇÃO

Servidores da Funai fazem ato por segurança e melhores condições de trabalho

23 junho 2022 - 16h34Por Jessica Beatriz

Na tarde desta quinta-feira (23), os servidores da Funai (Fundação Nacional do Índio), em Dourados, fizeram um ato em frente a sede, localizada na Avenida Marcelino Pires. 

O grupo pede por justiça pelos assassinatos do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, em Atalaia do Norte, no Amazonas.

O ato nacional foi marcado para ocorrer simultaneamente, a partir das 15h, em frente a todas as unidades da Funai do Brasil.

Crisanto Alves Fialho Neto, indigenista da Funai, e membro da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal de Mato Grosso do Sul, explicou que “inicialmente é um chamado por justiça, mas além disso, é chamar a atenção para a falta de segurança e condição de trabalho dos servidores da Funai, que sofrem de violência e ameaças”.

Ainda de acordo com o indigenista, alguns servidores da equipe local já foram ameaçados e constrangidos publicamente. E em relação ao amparo, quando as ameaças são reportadas, ele citou que, “a maior parte desses casos acabam sendo arquivados sem nenhum tipo de andamento”, relatou. 

Quanto uma possível previsão de greve dos servidores da Funai, foi informado que existe uma orientação de deflagração de greve nacional, mas nos Estados isso é decidido em assembleia e, por enquanto, o atendimento será mantido.

Assassinatos

Bruno e Dom foram vistos pela última vez no dia 5 de junho de 2022. Em 14 de junho, os servidores da Funai, em Dourados, realizaram um ato diante do desaparecimento de Dom Phillips, que era colaborador do jornal britânico The Guardian, e Bruno Pereira, servidor licenciado da Funai. 

Após dias de buscas, em 17 de junho, peritos confirmaram que parte dos remanescentes humanos encontrados na Amazônia eram do jornalista inglês Dom Phillips. 

No sábado (18), os restos mortais do indigenista Bruno Pereira, foram identificados em perícia no Instituto Nacional de Criminalística (INC), em Brasília. A confirmação foi feita com base no exame da arcada dentária. 

De acordo com informações da agência Brasil, a Polícia Federal (PF) concluiu a análise da causa das mortes. Em nota divulgada no dia 18 de junho, a PF informou que Bruno Pereira foi morto com dois tiros na região abdominal e torácica e um na cabeça. Dom Phillips levou um tiro no abdômen/tórax. A munição usada no assassinato foi típica de caça.

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