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Saúde de Dourados atende 8 mil mulheres por mês

09 junho 2004 - 17h57

A Secretaria Municipal de Saúde está atendendo uma média de 8.200 mulheres por mês, isso incluindo consultas, atendimentos, coleta para exames e procedimentos diversos. Em 2003, a prefeitura fechou o ano com o Programa de Saúde da Mulher prestando assistência a 76.549 mulheres, mais do que o dobro do índice alcançado em 2000 que foi de 28.763.Esses números, segundo a secretária Maria de Fátima Metelaro, desqualificam as palavras do deputado Geraldo Resende que insiste em criticar a saúde pública através da mídia sem levar em conta a realidade da demanda e o esforço que a prefeitura tem feito no sentido de melhorar e aprimorar o atendimento, apesar das falhas e dos erros que ainda acontecem pelo fato do sistema não ser invulnerável e muito mesmo um modelo absoluto de perfeição como deseja toda a sociedade.Na sua mais recente investida contra a prefeitura, o parlamentar usou as mortes ocorridas no Hospital da Mulher, alvo de uma investigação, para dizer que isso comprova a precariedade do sistema. As estatísticas mostram que o serviço chegou a um maior número de pessoas e que se hoje existem problemas, no passado eles eram bem maiores.No Centro de Atendimento à Mulher (CAM), unidade especializada, oferece-se consultas, punção de mama, teste do pezinho do bebê, coleta do preventivo, entre outros serviços inerentes e indispensáveis.O quadro disponível apenas para o programa da mulher é de 14 médicos entre obstetras e ginecologistas; o CAM possui outros dez médicos. O PSF conta com 22 médicos e 22  enfermeiros, todos prestando atendimento integral à mulher.Para se ter uma idéia do volume de gestantes que agora estão fazendo o pré-natal, cuja sigla técnica dentro da Saúde é denominada por “SIS Pré-Natal” (Sistema de Informação do Parto Humanitário), o índice que em 2000 era de 30,53% de gestantes e crianças nascidas vivas, subiu em 2004 para 78,48%. O número de consultas, por mês, apenas com ginecologistas, chega a 5.156.Quanto à crítica do parlamentar segundo a qual a formação da comissão especial para investigar as mortes no Hospital da Mulher seria uma medida inócua da prefeitura, a secretária retrucou dizendo que o dito deputado não tem autoridade para questionar o trabalho da comissão que desenvolve uma função específica e é formada por médicos, enfermeiros, gestores de controle social como representantes da Secretaria Municipal de Saúde e do Conselho Municipal de Saúde.“È lógico que precisamos investigar, apurar os fatos, apurar eventuais falhas e responsabilidades para evitar que isso volte a acontecer, isso é um procedimento lógico e ético por parte de uma prefeitura que encara os fatos com responsabilidade e seriedade”. 

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