Em agenda nesta segunda-feira (6) em Dourados o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) inaugurou o Bloco G da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) em cerimônia no final da tarde. A unidade está inclusa no programa “Obras Inacabadas Zero”, através do qual o governador promete colocar um fim no que chama de “cemitério de obras” deixado pelo antecessor no Estado.
“A obra [do Bloco da Uems] está dentro do prazo e do cronograma. Desde do início do governo do Reinaldo, ele assumiu um compromisso conosco de não deixar nenhuma obra paralisada, mesmo com a troca de governo, e hoje estamos entregando esta”, disse o reitor da Uems, Fábio Edir.
O novo bloco no valor de R$ 3,5 milhões teve a edificação iniciada em 2014, o último ano do governo André Puccinelli (PMDB).
A unidade comporta sete laboratórios de ciências da computação, matemática e sistema de informação; oito salas para professores, sala auditório com capacidade para 200 pessoas, oito salas de aula com capacidade para 217 acadêmicos, secretarias acadêmicas e salas de coordenação.
Mais inacabadas
Outra construção que está inclusa no programa é o campus da Uems em Campo Grande, cuja previsão de entrega é 21 de julho. Ao todo serão 192 obras que serão concluídas através do projeto. Outros exemplos são Hospital do Trauma e o Centro de Belas Artes de Campo Grande, o Aquário do Pantanal, Hospital Regional de Dourados e a Avenida Guaicurus.
“Não importa se não fomos nós que iniciamos, nós vamos concluir todas as obras inacabadas que herdamos”, disse Azambuja. “Se consumiu dinheiro público, a obra tem que ser terminada. Seria muito ruim você deixar um número de obras pela metade e criar elefantes brancos como nós vemos”, ressaltou.
Reinaldo disse que o Estado herdou obras sem dinheiro e sem condições de serem tocadas, além de empresas que precisam ficar sob os olhos de fiscais para melhorar a qualidade. Também disse que algumas precisam de alterações nos projetos.
Quanto aos recursos para finaliza-las, ao Dourados News o governador disse que algumas dependem de fontes de transferências porque são obras em convênio com o Governo Federal, cujos valores não foram transferidos ainda e só serão concluídas quando isso acontecer, porque o Estado já fez a contrapartida. Outras são recursos da Fonte 100 (próprios do Estado). “Estamos planejando concluir 70% este ano e 30% ano que vem, porque ainda tem muitas que dependem ainda de questões de engenharia e mudanças de projeto”, complementou.
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Reinaldo e Fábio Edir, reitor da Uems, durante inauguração do bloco G da Universidade - Foto: Gizele Almeida