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POLITICA

Raphael Matos cobra criação do Fundo Municipal de Endemias

05 fevereiro 2016 - 10h53

Na primeira sessão ordinária de 2016, o vereador Raphael Matos (PTB) voltou a solicitar e cobrar do poder executivo, a criação de um fundo municipal voltado para custear despesas do Centro de Controle de Zoonoses de Dourados. “O CCZ é um órgão de extrema importância para a saúde pública do município, sendo responsável pela prevenção, combate, fiscalização e conscientização da população quanto às zoonoses (doenças contraídas por humanos, provenientes de animais)”, pontua Raphael.

“Atualmente, podemos acompanhar por meio dos noticiários locais e nacionais o caos que a saúde pública está vivendo por causa do mosquito Aedes aegypti, o qual é o vetor transmissor de doenças como a dengue, febre chikungunya e o tão temido zika vírus, este último de destaque nacional e internacional”, justifica.

Segundo o vereador, somado ao problema em si, o CCZ tem passado por grandes dificuldades financeiras, tendo sua atuação limitada. Há vários gargalos no serviço, como problemas com os veículos que realizam as pulverizações de inseticida, no caso da prevenção da dengue, e também com o que recolhe pequenos animais infectados, no caso da leishmaniose. Possuindo também um efetivo muito aquém do mínimo necessário, falta recursos para capacitação de pessoal, entre outros.

“Penso que o agente de endemias possui uma importância muito grande para a saúde pública de nosso município, e com a criação deste fundo tudo o que for arrecadado com os serviços destes poderá ser revertido em qualificação dos agentes, melhor estrutura para o desenvolvimento das atividades fins, campanhas de prevenção e conscientização, entre outros”, propõe o vereador.

Neste sentido é que Raphael cobra novamente a criação do Fundo Municipal de Endemias, a fim de se custear o funcionamento do órgão, oferecendo um serviço eficaz e eficiente para a população.

“A princípio, os recursos que comporiam este fundo poderiam ser oriundos de taxas e multas aplicadas aos infratores das Leis Municipais 2.850/2006 e 3.180/2008. No entanto, não se afasta a possibilidade de se abrir uma discussão a fim de que a Lei preveja outras fontes para o fundo”, explica Raphael.


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