A Prefeitura de Dourados, através da Semaf (Secretaria Municipal de Agricultura Familiar), e a Embrapa Agropecuária Oeste realizaram na manhã de quarta-feira (10), a 2ª capacitação de produtores do Projeto Maracujá 2021. O evento foi feito na Casa da Esperança e reuniu produtores que já cultivam o maracujazeiro-azedo em suas propriedades.
De acordo com o secretário municipal de Agricultura Familiar, Ademar Roque Zanatta, o projeto visa incentivar a produção dos pequenos produtores, que encontram na fruticultura uma fonte de renda em pequenas propriedades.
“Neste ano, 13 produtores foram selecionados para o Projeto Maracujá, os quais foram contemplados com um montante de 1.500 mudas de maracujazeiro, produzidas na Embrapa. Já para o primeiro semestre de 2022, há a previsão de produção de 30 toneladas da fruta, que deve gerar receita próxima a R$ 150 mil aos produtores”, destacou.
O pesquisador da Embrapa, Ivo Mota, reforçou a importância do manejo cultural e fitossanitário na cultura do maracujá. Durante a palestra abordou diversos aspectos das boas práticas agrícolas como, por exemplo, a poda de condução do maracujazeiro e cuidados relacionados, cuidado com plantas daninhas no pomar, identificação e manejo agroecológico de pragas e doenças na cultura.
Os produtores tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos principais insumos alternativos que auxiliam no plantio e ainda aprenderam a preparar a Calda de Viçosa, um fungicida que destrói ou inibe a ação dos fungos que atacam as plantas.
O engenheiro agrônomo da Semaf, Guilherme Cardoso Oba, ressaltou que o manejo da polinização artificial do maracujazeiro é uma prática fundamental para que os produtores alcancem o potencial máximo do pomar.
“O Projeto Maracujá fomenta a produção agroecológica de maracujazeiro-azedo em pequenas propriedades rurais, aldeias indígenas e áreas urbanas de Dourados. O curso foi ministrado na Casa da Esperança, pois o pomar tem 260 pés de maracujazeiro e podemos contemplar os internos em reabilitação que encontram no cultivo do maracujazeiro uma atividade complementar e oportunidade de iniciação na agricultura, contribuindo para o sucesso do processo de reinserção na sociedade”, apontou Guilherme.
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