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Por falta de espaço, irmãos colecionadores colocam raridades a venda

24 janeiro 2013 - 10h56

Eduarda Rosa e Osvaldo Duarte

Os museus guardam peças raras de décadas e até séculos passados, mas quem disse que só é museu que gosta de antiguidades? Os irmãos Reginaldo e Paulo Soares de Castro têm artigos tão raros que não são encontrados até em alguns desses lugares, mas por falta de espaço estão colocando alguns deles a venda.

A paixão por antiguidades veio de berço, seu pai, Adolfo Soares de Castro, falecido há dois anos, também era um amante dos antigos. Eles têm em seu acervo televisões, malas, vitrolas, computadores, máquinas de escrever, peças de cozinha entre muitos outros, mas o que mais chama a atenção dos dois são as bicicletas, rádios e telefones.


A conquista de cada peça foi uma verdadeira “saga”, “quando queríamos alguma peça procurávamos e não desistíamos até conseguir, foi a força de vontade e dedicação que fez com que conseguíssemos tantas coisas”, contam.
Eles visitavam casas e fazendas antigas na tentativa de conseguir os objetos. Foram nessas andanças que Paulo ganhou de presente uma bicicleta japonesa, fabricada em 1929, “um senhor que veio do Japão, de navio, trouxe a bicicleta e quando fui visitá-lo para tentar comprá-la ele me deu”.




Paulo não tem só essa bicicleta, faz parte de seu acervo também outra japonesa de 1935 e até uma Monark de 1961, com velocímetro.

Também não podia ficar de fora uma bicicleta de quatro lugares, essa ele comprou e reformou inteira:

Reinaldo começou com 10 anos a colecionar dinheiros antigos, tem cédulas de 1901 até as atuais, uma nota de cada país. Além disso, seu “xodó” fica na sala de estar de sua casa é um telefone antigo de parede, mas este ele não vende por nada:

Além desses objetos favoritos eles têm muitos outros:

Uma rara máquina de costura, que segundo os irmãos, tem mais de 200 anos.


Com diversas mudanças os irmãos não têm mais um local apropriado para guardar as peças e por isso estão negociando algumas delas. “Não gostaríamos de nos desfazer, afinal investimos muito nelas, mas não temos espaço para cuidar delas como devem ser cuidadas. Algumas mais antigas pegaram cupim e desmontaram”, lamenta Reginaldo.

Para contato: 9632-0398 ou 9919-5135

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