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População reclama de ciclofaixa mal feita em Dourados

11 janeiro 2007 - 09h44

A Rua Palmeiras que liga as vilas Santo André e Industria em Dourados  vem representando perigo constante aos condutores. O trecho mais perigoso é o que começa no final do Cemitério Bom Jesus até a Rua Vereador Aguiar de Souza, na Vila Santo André. Além de ser estreito, divide espaço com uma ciclofaixa. A pista é mão dupla e frequentemente nas ultrapassagens, carros e motos são obrigados a invadir a ciclofaixa, colocando em risco os ciclistas.

No trecho que passa em frente à AABB (Associação Atlética do Banco do Brasil) representa uma verdadeira “armadilha” para quem passa pelo local por causa de uma curva fechada. Na tarde de terça-feira aconteceu um acidente com vítima fatal no local.

O motociclista Júlio Sérgio Cavalhone, 35, sofreu traumatismo craniano depois de se chocar com uma S-10 quando tentou fazer uma ultrapassagem na curva. Júlio foi socorrido, mas chegou morto no Hospital Evangélico.

O local vem sendo alvo de muitas críticas da população que mora na região. Um morador, que preferiu não se identificar, disse que em média, acontecem três acidentes por dia naquele trecho da rua por causa do grande fluxo de carros, motos e ciclistas. Até trator passa naquele trecho, o que acaba complicando ainda mais o fluxo. Em horários de pico o tráfego fica “insuportável”, disse o morador, lembrando que além dos acidentes, os carros apresentam defeito nos pneus por subir no meio-fio.

O vendedor Donizete Bezerra Cavalcante, 30, que mora na Rua Palmeiras há vários anos, disse que a prefeitura começou a construir uma ciclovia para tirar a ciclofaixa que divide parte da rua, que já é estreita, mas não terminou a obra no ano passado. “A prefeitura precisa resolver este problema antes que aconteçam mais mortes”, enfatizou.

A aposentada Luciana Vilhalba Matos, 65, disse que o movimento da rua é muito grande, assim como o medo de acidentes. Para ela, não tem como a prefeitura tornar a Rua Palmeiras pista de mão única porque é muito utilizada pelos trabalhadores e estudantes que moram nos bairros daquela região. “Tenho dois netos que estudam e precisam passar pela Rua Palmeiras, por isso tenho muito medo de acidentes. Acho que as pessoas têm que tomar muito cuidado”, frisou a moradora. As informações são do site de notícias Diário MS online.

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