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Pesquisadores paraguaios encerram capacitação na Embrapa em Dourados

08 abril 2008 - 10h27

Mais um grupo de pesquisadores paraguaios que vieram ao Brasil para dar continuidade ao intercâmbio Brasil – Paraguai encerrou sua etapa de capacitação. Durante 30 dias, os quatro especialistas estiveram na Embrapa Agropecuária Oeste, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, localizada em Dourados-MS, participando de uma atualização sobre a cultura do algodoeiro.

O acordo, entre Brasil – Paraguai, é coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores, sob responsabilidade da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e tem a Embrapa como executora na capacitação técnica de pesquisadores paraguaios, em suas principais cadeias produtivas.

Em outubro, o primeiro módulo foi realizado em Dourados-MS para uma equipe de oito especialistas. Desta vez, o assunto foi o algodoeiro, suas características, manejo de doenças, pragas e nematóides, custos de produção, melhoramento genético, nutrição mineral, fenologia, adubação, cultivares e outras peculiaridades.

Os técnicos da Direção de Pesquisa Agrícola, do Ministério da Agricultura e Pecuária, incrementaram o intercâmbio com visitas a produtores e regiões algodoeiras do Estado, como Naviraí, Maracaju, Aral Moreira, Itaquiraí e Ponta Porã-MS. Além disso, alguns temas abordados foram ministrados por pesquisadores da Embrapa Algodão (Campina Grande-PB) que vieram, especialmente, para o curso.

Para o melhorista Juan Carlos Bareiro, o Brasil é rico em pesquisa agropecuária, e “os 30 dias passados aqui foram importantes, porque as tecnologias conhecidas serão repassadas aos produtores paraguaios”. Na seqüência, a entomologista Aida Estela Ortega, agradeceu a oportunidade e que as informações, de fato, serão muito utilizadas na agricultura familiar do país vizinho.

Os pesquisadores ainda sugeriram visitas técnicas da equipe brasileira em solos paraguaios e a construção, futuramente, de parceiras em pesquisas agropecuárias. De acordo com o chefe-geral Fernando Mendes Lamas, essa possibilidade existe e desejou que esse intercâmbio seja o início de um relacionamento técnico-científico entre os dois países.

Lamas também informou que nos próximos meses a capacitação seguirá em outras Unidades da Embrapa. “Teremos pesquisadores na Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical, em Cruz das Almas-BA; Embrapa Soja, em Londrina-PR e Embrapa Algodão, situada em Campina Grande, na Paraíba”.

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