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Nível de infestação da dengue em 4 regiões e distritos gera preocupação

07 fevereiro 2013 - 14h30

Adriano Moretto


Apesar da Secretaria de Saúde conseguir até o momento, neutralizar a ‘invasão’ do mosquito transmissor da dengue em Dourados, deixando o município entre os menores índices do Estado – 0,82% de infestação vetorial, considerado baixo segundo o PNCD (Programa Nacional de Controle da Dengue) -, quatro regiões e os distritos ainda inspiram cuidados.

De acordo com o boletim da dengue divulgado na manhã de hoje (7) pela assessoria de comunicação da prefeitura, os Jardins Maracanã, Carisma e Canaã I, além da Vila Industrial, apresentam as maiores incidências de focos do Aedes aegypti dentro de perímetro urbano, com níveis superiores a 1%, considerados como de ‘médio risco’. Nesses bairros, a secretaria visitou 4.495 residências e encontrou 82 focos, com 41 notificações.

Já nos distritos, os casos são mais preocupantes. Durante mutirões e bloqueios químicos realizado pelos agentes de saúde nesses locais, o nível de infestação vetorial do mosquito é de 4,48% em média.

Segundo o diretor de vigilância em saúde do município, Eduardo Arteiro Marcondes, dos registros positivos até agora – são 92 confirmados e 205 suspeitos -, 45,98% foram afastados da área urbana.

“Pela quantidade apresentada, os distritos vem nos preocupando bastante e estamos trabalhando através de mutirões, bloqueios químicos e visitas constantes de agentes para diminuir esse índice”, disse, lembrando que houveram 2.546 visitas e 114 focos encontrados, além de 58 proprietários de terrenos baldios notificados.

Hoje, uma nova ‘força-tarefa’ vem sendo realizada em Indápolis, onde, conforme dados do boletim, foram indicados 43 focos do mosquito transmissor em 1.189 imóveis vistoriados. Outros 34 terrenos acabaram notificados.

Cuidados

Apesar do baixo índice de infestação em relação às outras cidades do Mato Grosso do Sul, a população deve manter a atenção com as chuvas e água parada e tomar alguns cuidados, segundo Marcondes.

“A população não deve apenas esperar a visita dos agentes, ela precisa se preocupar com locais onde o mosquito possa se proliferar dentro de seus quintais. O problema maior são os terrenos vazios, onde a pessoa não respeita e continua jogando lixo e entulho, agravando e comprometendo todo o nosso trabalho”, afirmou.

Durante cinco semanas de trabalhos, a Secretaria de Saúde já notificou 519 proprietários de terrenos e imóveis, gerando 29 multas.



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