Mães e crianças internadas no setor pediátrico do Hospital Universitário da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) tiveram uma manhã animada nesta quarta-feira, quando foi realizada a 1ª Mostra de Trabalhos das Oficinas de Leitura e Brincadeira. O evento expôs os trabalhos realizados por mães e crianças no decorrer de 2011, no setor de neuropediatria. A oficina oferece brincadeiras e atividades lúdicas enquanto as crianças aguardam pelo atendimento especializado, realizado todas as quintas-feiras.
O evento também incluiu programação em celebração ao Natal – como apresentação de coral da Missão Evangélica Caiuá e presença do Papai Noel do shopping Avenida Center, que distribuiu presentes a todas as crianças. João Carlos Vidinha, psicólogo da Casai e um dos idealizadores do projeto, lembrou que este foi um momento de encontro e acolhida, como forma de celebrar todo o trabalho realizado em 2011. “Realizamos este projeto desde 2007, com um único objetivo: integração. Nossa proposta é elevar a qualidade de vida destas crianças, índias ou não-índias”, afirmou. Durante o evento, houve distribuição de presentes cedidos pela Receita Federal. A mostra também teve teatro de fantoche e distribuição de lanche.
Atendimento
O trabalho das oficinas foi criado para oferecer entretenimento e distração a mães e pacientes todas as quintas-feiras, quando é realizado o atendimento neurológico de pacientes índios e não-índios, feito pelo médico neuropediatra Emerson Henklain Ferruzzi. Em todo o ano, foram 315 crianças e adolescentes atendidos.
O projeto foi desenvolvido em parceria com o psicólogo da Casai, João Carlos Vidinha, um grande entusiasta destas atividades. “Na oficina, mães e crianças trabalham com livros, desenho e brincadeiras. É uma bela forma de distrair e tranqüilizar este paciente antes da consulta”, diz ele. “Além de promover uma grande interação entre a mãe e a criança, percebemos que a participação na oficina deixa a criança mais tranqüila e relaxada para a consulta”, acrescenta.
Desde os últimos anos, o projeto conta com o apoio de diversas entidades, como a Fundação Educar DPaschoal (de Campinas/SP), Projeto Arrastão e Projeto Vida, ambos da capital São Paulo. Estas entidades, segundo João Carlos Vidinha, doaram livros infantis e materiais pedagógicos para realização das oficinas.
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