Voluntários que desejam colaborar com doações para a Reserva Indígena, podem fazer isso adquirindo kits montados pela Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados). O objetivo é incentivar as doações por parte daqueles que querem ajudar, mas por qualquer motivo não conseguem levar os donativos pessoalmente.
“Fazendo um pix, nós estaremos comprando esses kits e esses kits estarão sendo encaminhados para dentro da aldeia indígena, para as famílias em que há necessidade”, explica o presidente da Aced, Everaldo Leite Dias, lembrando que são três kits disponíveis.
Presidente da Aced, Everaldo Leite Dias - Foto: Clara Medeiros / Dourados News.
O kit 1 de Alimentação e Hidratação contém 12 unidades de água mineral, um litro de água de coco, três isotônicos, e um quilo de banana, maça, laranja, batata, cenoura e tomate, ao valor de R$ 88,20.
O kit 2 de Higiene e Proteção contém sabonete 85 gramas, shampoo 325 ml, creme dental 90 gramas, pacote com quatro rolos de papel higiênico, repelente 150 ml e inseticida aerosol 360 ml, ao valor de R$ 85,74.
O KIT 3 de Limpeza Geral é composto por detergente 500 ml, sabão em barra 180 gramas, sabão em pó 800 gramas, água sanitária de um litro, limpador de 500 ml e desinfetante de dois litros, pelo valor de R$ 42,74.
Qualquer pessoa da comunidade pode doar um ou mais kits, fazendo um pix para o (67) 9.8402-6784 ou, em caso de dúvidas, mandar uma mensagem para o (67) 9 8402-6658.
A medida foi adotada como parte das ações do Ceari (Comitê Emergencial da Reserva Indígena de Dourados), articulado pela Câmara Municipal junto com instituições públicas e da sociedade civil, para colaborar no enfrentamento à crise sanitária provocada pelo avanço de um surto Febre Chikungunya.
Quem prefere entregar pessoalmente, além da Aced, também são pontos de arrecadação a própria Câmara, a 4ª Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Dourados/Itaporã, Corpo de Bombeiros, Escola Municipal Pedro Palhano e Escola Municipal Indígena Tengatuí Marangatu.
São sugeridas doações de água, isotônicos, repelentes e alimentos de consumo rápido (frutas, bolachas, entre outros).
“Neste momento é até interessante falar que a Chikungunya não só está dentro da aldeia. A aldeia tem o agravamento pela situação econômica deles, mas nós estamos com um problema de Chikungunya também dentro da cidade”, lembra o presidente da Associação.
“Nós precisamos de uma ação coletiva da comunidade, até porque a Chikungunya é um vírus, é um mosquito que está na nossa residência, está no nosso bairro, está no nosso comércio. Então, eu convido os empresários de Dourados a exercer a sua liderança e fazer um mutirão no próprio local dele de trabalho, na sua rua, no seu bairro. Vamos ajudar a combater essa epidemia de Chikungunya”, complementa Dias.
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Kits com donativos podem ser adquiridos via pix - Crédito: Clara Medeiros / Dourados News