A JBS Foods anunciou na manhã desta terça-feira (1) em Dourados, investimentos de R$ 560 milhões que dobrará a planta do frigorífico já existente no município e aumentará a quantidade de empregos na empresa. Atualmente, são 2,4 mil pessoas trabalhando diretamente na indústria e a expectativa é alavancar essa capacidade para 4 mil a partir do ano que vem, quando as obras que estão em andamento, forem concluídas.
Atualmente a unidade douradense abate em torno de 3 mil suínos diariamente que posteriormente deve ultrapassar 6 mil.
“Resolvemos investir no Estado porque acreditamos na potencialidade e sabemos da competitividade existente aqui. Em Dourados, pelo fato de existir um ambiente propício para ampliarmos a nossa indústria e também diante da vontade do governo, do município e da sociedade de estarmos aqui e nas outras cidades. Sabemos da importância social que a JBS tem no Mato Grosso do Sul”, contou o executivo da empresa, Gilberto Tomazoni.
Para o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), presente na cerimônia, a proposta apresentada pelo Estado para que a indústria aumentasse a produção e instalasse outras unidades foi determinante para o grupo JBS.
“Mostramos para o JBS, que é um dos maiores grupos privados do mundo, que no Mato Grosso do Sul existe uma parceria jurídica, onde o ambiente de negócios é saudável e com isso melhora a confiança nos investimentos. Os incentivos aportados pela administração são importantes para gerar emprego e afastar de vez o Estado dessa crise que ronda o Brasil”, relatou o governador.
Além de Dourados, a JBS anunciou investimentos nas cidades de Itaporã, Sidrolândia e Caarapó, que totalizam quase R$ 1,2 bilhão e deve gerar quase 8 mil empregos diretos. Em Itaporã, por exemplo, a indústria a ser instalada será para abate de aves e deve gerar mais de 1,4 mil empregos diretos.
E apesar da escassez de mão de obra especializada para se empregar nesse projeto, Tomazoni acredita que isso será resolvido dentro de uma cadeia que iniciará no próprio frigorífico e se estenderá às indústrias parceiras.
“Sabemos das dificuldades que é se encontrar mão de obra técnica, qualificada, e vamos trabalhar para melhorar isso e também sabemos que existe uma cadeia onde aquelas empresas que vão nos fornecer serviços e produtos, estarão investindo também na qualificação de seus funcionários para que não precise trazer mão de obra de outros Estados”, relatou o executivo
Quando as unidades começarem a funcionar, a expectativa de arrecadação de ICMS (Imposto de Circulação sobre Mercadorias e Serviços) é de R$ 17 milhões/ano, porém, na opinião do mandatário Estadual, o valor ficará em segundo plano.
“O valor da arrecadação é importante, mas, ver as pessoas trabalhando, movimentando a economia e gerar renda a população é o mais interessante, tanto que Mato Grosso do Sul tem sido um dos poucos Estados com números positivos na geração de emprego”, resumiu Azambuja.
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