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“Ir contra a UFGD é ir contra Dourados”, diz Biasotto

04 setembro 2003 - 07h09

O secretário de Governo da Prefeitura de Dourados, Wilson Biasotto, disse ter ficado “chocado” com a notícia publicada pelo O Progresso, informando que um grupo de professores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), do Campus de Dourados, estaria articulando uma “sabotagem” contra o projeto de Criação da Universidade Federal da Grande Dourados. Para o secretário, “é quase inconcebível que alguém ou algum grupo de Dourados possa se colocar contra um projeto como esse, que é um sonho antigo de toda comunidade acadêmica e de toda a sociedade de Dourados e que é o mais importante projeto de desenvolvimento em curso, para toda a região”.Biasotto, que já foi diretor do Centro Universitário de Dourados (CEUD), disse que o projeto proposto pelo Conselho do Campus foi elaborado nos moldes do que foi feito para a criação da Universidade de Campina Grande (UFCG), quando está se desmembrou da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Segundo ele, “o projeto está muito bem elaborado”, afirmando que acredita que esse “grupo recobrará o bom senso e não cometerá a loucura de ir contra a vontade de toda a população de Dourados, principalmente sabendo da importância estratégica que a UFGD terá para o desenvolvimento tanto acadêmico-científico quanto econômico para a nossa cidade”.O ex-diretor do CEUD destacou, ainda, que a criação da UFGD vai trazer um grande benefício para a população de Dourados e região também no que diz respeito à melhoria da saúde pública, uma vez que o projeto já prevê a incorporação do hospital Universitário ao Campus. “Além disso, a UFGD causará um impacto econômico direto extremamente positivo para a economia local, uma vez que o projeto também prevê o aumento do quadro de docentes que hoje trabalham na UFMS/Dourados de 100 para 381, e o orçamento da UFGD previsto para 2004 é de mais de R$ 70 milhões, o que equivale aproximadamente a toda receita própria do Município de Dourados”, emendou.Para o secretário o “movimento rebelde” não tem força para barrar o projeto, que já foi aprovado pelo Ministério da Educação e tem “o apoio e empenho irrestrito” de toda a bancada federal do Mato Grosso do Sul em Brasília. Contudo, adverte que “a insistência do grupo em se opor pode criar dificuldades que poderão atrasar o transito do projeto no Congresso Nacional, para onde o Ministério já o encaminhou para apreciação dos parlamentares”.“O Brasil vive um momento importante de sua história, com o Congresso promovendo mudanças significativas na estrutura do país através das reformas, e nós sabemos que qualquer outro projeto que entrar em pauta precisa estar bastante alicerçado e contar com a unidade de todos os envolvidos, do contrário, o Congresso pode deixar este projeto para um segundo momento para não correr o risco de atrasar a agenda; por isso é fundamental a união de todos para realização deste sonho, que é de todo o povo de Dourados”, acrescentou Biasotto. 

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