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DOURADOS

Comércio não ajuda e janeiro tem saldo negativo de emprego

26 fevereiro 2016 - 18h05

Dourados fechou o mês de janeiro com saldo negativo de emprego formal, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta sexta-feira (26) pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego). A maior parte dos setores de atividade econômica pesquisados dispensou trabalhadores e o saldo foi de 26 pessoas demitidas a mais do que a quantidade de contratadas.

A indústria da transformação ampliou em 100 o volume de trabalhadores no mês de janeiro e a agropecuária, 14 vagas. Porém, foram os únicos setores que fecharam o período com saldo positivo.

A maior quantidade de demissões foi feita no comércio, que dispensou 95 funcionários. Seguido dele está o setor de serviços que fechou 28 postos, a construção civil que fechou 14 vagas, os serviços industriais de utilidade pública que fechou 2 e a administração pública que demitiu um a mais que contratou.

Apesar do mês de janeiro ser tradicionalmente de grande volume de demissões, já que há muitos trabalhadores temporários contratados para as festas de fim de ano – principalmente no comércio -, o fechamento de vagas de emprego vem sendo uma tendência desde o ano passado também em outros meses.

Para se ter uma ideia, o saldo de 12 meses – comparando o acumulado de empregos de janeiro de 2015 com o de 2016 -, o resultado é de 783 vagas de emprego a menos durante esse período de um ano.

NO ESTADO

No balanço de todo Mato Grosso do Sul, o cenário também é de demissões. Foram fechados 163 empregos com carteira assinada em janeiro. No entanto, considerando todo o Estado, apenas a construção civil e os serviços contrataram mais do que demitiram, ampliando as vagas em 345 e 191 contratações, respectivamente.

O comércio foi o “campeão” de demissões, com 505 portas fechadas. Seguidos deste estão a indústria de transformação (125 demitidos), serviços industriais de utilidade pública (33), extrativa mineral (30) e administração pública (6). A agropecuária manteve a mesma quantidade de trabalhadores, sem demitir nem contratar.

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