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Hospital da Vida faz captação de figados, pancreas e rins

04 fevereiro 2013 - 11h56

Equipes médicas de Brasília (DF) e do Hospital da Vida de Dourados que é mantido e administrado pela Associação Beneficente Douradense (ABD) fizeram na noite de sexta-feira, 1, nesta cidade, captação dos órgãos de um jovem de 16 anos que foi vítima de Acidente Vascular Encefálico Hemoragico (AVEH). Oriundo de Glória de Dourados, o jovem deu entrada no hospital no dia 30 de janeiro com fortes dores e no dia seguinte as equipes médicas diagnosticaram a morte encefalica.

Depois de inumeros exames que constataram o obito os familiares da vítima foram contatactados pelos integrantes da Comissão Intra-hospitalar de Captação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) do Hospital da Vida, e optaram em autorizar a doação dos órgões do rapaz. O Ministério da Saúde foi comunicado e a central nacional decidiu enviar as pressas para Dourados uma equipe de médicos e enfermeira objetivando auxiliar os profissionais médicos e enfermeiros do HV na realização dos procedimentos de retirada dos órgãos.

O trabalho foi acompanhado por academicos de medicina e de enfermagem de Universidades e Escola Vital Brasil de Dourados e durou aproximadamente 3 horas. Imediatamente, os figados, pancreas e rins foram levados de avião para a central nacional de transplante, objetivando atender pacientes que estavam na fila do Ministério da Saúde a espera por esses órgãos. Todos os órgãos captados estavam em perfeita saúde e até o coração da vítima poderia ser captado, mas como Dourados não possui ainda equipe credenciada para transplante, os demais órgãos não puderam ser aproveitados.

Uma enfermeira especialista em captação informou que órgãos como coração e pulmões precisam ser transplantados em no máximo duas horas após a captação, e tecidos como córneas, peles e ossos podem ser captados em até seis horas após a parada do coração e tansplantados em prazos que podem superar seis meses. No caso do coração, o paciente receptor precisaria estar no mesmo hospital; pois esse procedimento de captação e transplante precisa ser simultâneo.

Esse é o primeiro caso de captação de órgãos registrada esse ano no Hospital da Vida, que possui equipe treinada pelo Ministério da Saúde, nos principais hospitais do país para realização desses procedimentos. A vinda de uma equipe para auxiliar decorreu da necessidade da necessidade de levar os órgãos para a central nacional, objetivando atender os pacientes que estavam aguardando na fila do MS, adiantou a mesma profissional.

Trabalharam nos procedimentos de captação, os médicos Eduardo Silveira, Juliana e Luiz Eduardo, as enfermeiras Daniele Martins, Joselito Araújo e Jaqueline, psicologa Letícia e assistente social Kely, do Hospital da Vida, e os médicos Lúcio Lucas e Renato Sabbag e a enfermeira Juliana Guimarães, do Distro Federal.

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