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DOURADOS

Greve na UFGD deve deixar 7 mil sem aula em Dourados

28 maio 2015 - 10h51

A greve dos professores da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) iniciada nesta quinta-feira (28) pode deixar sem aula 7 mil alunos da graduação. Porém ainda não é possível afirmar se todos os docentes vão aderir à greve. As informações são do presidente da ADUF- Dourados (Associação dos Docentes da UFGD), Fábio Perboni, repassadas ao Dourados News nesta manhã.

“Não tenho a informação se todos os professores irão aderir à greve, só amanhã será possível afirmar”, disse Perboni.

As reivindicações estão divididas em cinco eixos, dentre elas a defesa do caráter público da universidade que entra em discussão a terceirização, condições de trabalho por conta da falta de recursos, corte de verbas, garantia de autonomia orçamentária, reestruturação da carreira dos docentes e a valorização salarial de ativo e aposentados.

“Dentro de cada eixo existe vários pontos para ser discutidos e buscamos solucionar esses problemas e assim melhorar para a categoria”, explica o presidente.

Ao todo a instituição conta com mais de 500 professores.

Na sexta-feira (29), os técnicos administrativos da instituição também entram em greve, assim como os lotados no HU (Hospital Universitário), [veja aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/tecnicos-administrativos-da-ufgd-e-do-hu-iniciam-greve-nesta-sexta-feira).

Entre as reivindicações estão o reajuste salarial de 27.3%, cálculo feito pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) baseado nos últimos cinco anos, o reposicionamento dos aposentados e pensionistas na categoria, jornada de trabalho de 30 horas semanais, piso mínimo de três salários mínimos para os iniciantes na carreira, entre outros.

Uma mobilização será realizada na sexta-feira (29), em frente à reitoria da universidade pelos técnicos.

Em seguida as 09h, na Praça Antônio João, trabalhadores de diversos sindicatos estarão reunidos participando da Paralisação Nacional contra o PL da terceirização, medidas provisórias 664 e 665 e o ajuste fiscal, além das reivindicações de classe.

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