A partir desta terça-feira (31), o gás de cozinha- Gás Liquefeito de Petróleo- fica mais caro em Mato Grosso do Sul. O botijão de 13 quilos sofrerá um reajuste de 8 a 10%, de acordo com o Simpergasc- MS (Sindicato dos Revendedores de Gás de Mato Grosso do Sul).
A presidente do Simpergasc, Neusa Borges, informou que o aumento ocorre devido ao dissídio coletivo das distribuidoras. “Essa medida é a nível nacional e irá alterar o valor dos botijões em uma média de R$ 5”, disse.
Em Dourados o preço médio praticado nas distribuidoras é de R$ 53,79, segundo pesquisa realizada de 23/08 a 29/08 pela ANP (Agência Nacional de Petróleo). Com base nesse dado, quando reajustado o botijão deverá ser vendido no valor médio de R$ 60,00.
O Dourados News entrou em contato com cinco distribuidoras na cidade que confirmaram a perspectiva do aumento. Em duas dessas a afirmação é de que o botijão passaria de R$ 55 para R$60,00. Já em outras duas empresas a informação é que ainda não sabiam de quanto ao certo seria o aumento e o valor praticado atualmente também é de R$55.
Para César Paiva, proprietário de uma distribuidora na cidade, o novo valor trará reclamações por parte dos clientes. Ele cita que no comércio dele o botijão passará de R$ 58 para R$64 em média na próxima semana e que os comerciantes do setor aguardam também um novo reajuste nos próximos dias pelo aumento da pauta.
“É certo que os clientes irão questionar e reclamar mas, é algo definido já não temos como não acatar. O governo vai mexer também no valor da pauta e penso que esse reajuste será de uns R$ 2 em média”, citou.
Ainda de acordo com a pesquisa da ANP, o valor médio dos botijões em Campo Grande está em torno de R$ 56,32 e em Três Lagoas custa R$ 44,43.
A presidente destacou que o novo valor praticado dependerá da decisão do percentual que cada distribuidora optar em adicionar aos valores atuais.
“Os novos valores dependem da decisão das distribuidoras, vamos aguardar para saber ao certo em quanto ficará”, disse.
O primeiro aumento do gás de cozinha nesse ano foi de 14% e ocorreu em março devido ao reajuste das pautas fiscais pelo Confaz (Conselho Nacional de Politica Fazendária) e o valor base do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) [relembre aqui]( http://www.douradosnews.com.br/noticias/economia/mesmo-com-reajuste-preco-do-gas-de-cozinha-se-mantem-instavel).
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