Nesta sexta-feira, dia 29 de setembro, o FIT (Festival Internacional de Teatro) leva até a Reserva Indígena de Dourados dois espetáculos: 'Experimentos Cômicos de Palhaçaria Gagues Tradicionais', que será apresentado na escola Agustinho, e a peça 'Cantigas Dum Fazedô', na escola Tengatuí Marangatu.
Às 20 horas, no Teatro Municipal, será apresentado "Eu é outro: ensaios sobre fronteiras', do grupo Coato, da Bahia, com classificação 16 anos. O espetáculo tem ingressos a R$ 16,00 e R$ 8,00 (meia entrada).
O FIT está chegando na reta final e vai promover no dia 30 de setembro, às 22h, o SARAU 8º FIT de encerramento, na Associação dos Docentes da UFGD - Aduf.
O Festival trouxe a Dourados espetáculos oriundos de 7 estados brasileiros e um da Argentina, incluindo dramas, infantis, comédias e clowns. Além das peças no Teatro Municipal, houve apresentações gratuitas na Feira Central, Parque dos Ipês, Parque Rego D’água e Shopping Avenida Center.
O eventol também estimulou a reflexão sobre o fazer artístico e sobre as condições de produção/percepção de signos e significados nas artes cênicas, com o oferecimento de oficinas e whorkshops. A ideia foi a busca de inovação de linguagens e experimentações, atualizando e capacitando artistas e públicos.
O FIT é uma realização da Coordenadoria de Cultura da UFGD. Informações do Festival pelo telefone 3410-2872 ou pelo e-mail cultura@ufgd.edu.br.
A programação completa está no site: https://www.fitdourados.com/.
Sinopse
'Cantigas Dum Fazedô', do grupo Tri-Ato Núcleo Cênico / MS, fala de um homem que foi chamado de retirante porque se retirou de um horizonte de sequidão e conheceu tantas histórias no caminho que as colecionou em forma de cantigas. Espetáculo livremente adaptado da obra Morte e Vida Severina, Cantigas dum Fazedô conta e canta sobre o poder humano de encontrar melodia até no silêncio da seca da alma.
'Eu é outro: ensaios sobre fronteira', do grupo Coato da Bahia, traz um processo peculiar para dar voz a uma trama-turgia processual, inacabada, aberta e desejante a ser composta por aqueles que nos visitará a toda noite. A peça faz uma reflexão sobre o que nos mobiliza procurando entender como se estabelecem as fronteiras, aquela mais imperceptíveis, a fronteira do OUTRO, que nos atravessa, que provoca sensações, que nos impede, que nos espelha.
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