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Ferrugem da soja será discutida hoje em Dourados

08 novembro 2004 - 08h03

A Secretaria de Estado da Produção e do Turismo (Seprotur), Embrapa Agropecuária Oeste, Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), Associação dos Engenheiros Agrônomos da Grande Dourados(Aeagram), e o Grupo Plantio na Palha (GPP), dando continuidade aos trabalhos de monitoramento as lavouras de soja do Estado, vão relançar hoje, dia 8 de novembro, em Dourados, o Programa Estadual de Monitoramentoe Controle da Ferrugem da Soja em Mato Grosso do Sul.O lançamento, que numa primeira etapa aconteceu na capital, no último dia 19, dessa vez vai ser realizado na Embrapa Dourados, a partir das 18h30, e vai contar ainda com uma palestra abordando o manejo e controle da doença.Todo esse trabalho está sendo desenvolvido pela própria Seprotur que, em parceria com o Idaterra, DFA, Famasul, Fundação Chapadão, Fundação MS, UEMS, Uniderp, UCDB, Sindicatos Rurais, Cooperativas, SecretariasMuniciais de Agricultura, Associação dos Engenheiros Agrônomos, Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar) e Bayer Cropscience, espera combater de forma eficiente e em tempo hábil possíveis contaminaçãodas lavouras na próxima safra.Conforme informou o superintendente de agricultura e pecuária da Seprotur, Benedito Mário Lázaro, a campanha deve estar nas "ruas" a partir desse mês. "Estamos investindo, na safra 2004/05, algo em torno de R$ 600 mil.Esse custo envolve os laboratórios, que devem custar à Bayer cerca de US$ 70 mil ao ano, outros R$ 200 mil de publicidade e custos de transporte e envolvimento de técnicos da Embrapa", aponta Dito.A estratégia de monitoramento está na criação de um sistema de identificação, as chamadas áreas de "sentinelas". Para isso o Estado foi dividido em quatro regiões - Maracajú, Naviraí, Dourados e Chapadão do Sul- para atender com mais eficiência a necessidade dos produtores. Cada uma das áreas irá trabalhar com um laboratório equipado, onde serão executadas as análises do material colhido. A coleta desse material (folhas), seráefetuada semanalmente pelo próprio agricultor ou técnico e encaminhada a um ponto de recolhimento ou laboratório.Ainda segundo Dito Mário, os produtores poderão utilizar os serviços dos laboratórios - análise das folhas caso haja suspeita da doença - sem nenhum ônus, quer dizer, terão que dar em troca 5 kg de alimentos por análise. Esses alimentos serão doados a entidades, ainda não definidas. 

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