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Estacionamentos apresentam problemas na região central

25 fevereiro 2013 - 08h12

Wender Carbonari

Estacionar o carro ou a moto no centro de Dourados está cada vez mais difícil. Parte das vagas de estacionamento – incluindo a área onde é cobrada a taxa de parquímetro - estão danificadas. Em alguns lugares, como na rua Dr. Camilo Ermelindo da Silva, existem rachaduras e buracos causados pelas raízes das árvores e na mesma via, o tronco de uma delas já começa a invadir a via pública.

Em outro trecho, na avenida Joaquim Teixeira Alves, os espaços estão parcialmente destruídos. O entregador, Jackson Rodrigues Querubi, de 22 anos, acredita que este problema deveria ser evitado na cidade.

“Já que tem tanto buraco nos bairros, pelo menos o estacionamentos no centro deveriam manter em bom estado”, reclama Querubi.

Outras duas pessoas entrevistadas disseram estar incomodadas com a situação. Jussara Almeida, de 44 anos, estava com a colega de trabalho, Ana Carla de Azevedo, 32, em frente a árvore da rua Dr. Camilo Ermelindo da Silva quando foram questionadas a respeito dos problemas de estrutura.

“Tem lugares em Dourados que não adianta nem procurar vaga, dependendo do horário. Quando encontra está desse jeito. Essa árvore mesmo, acho que deveriam cortar”, opina Jussara.

Já Carla, que estava de carona, contou que normalmente trafega de motoneta pelo centro e aproveitou para fazer outra reclamação. “Tinha que ter mais vagas para motos, são poucas, acho que é porque não cobram a taxa [de parquímetro] dos motociclistas. Por isso tem tanta moto em lugar errado, o que atrapalha mais”, diz.

Em contato com a Semsur (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) de Dourados, a Engenheira Agrônoma do Departamento de Paisagismo e Urbanismo, Rozilene Ferreira, confirmou que é responsabilidade da Secretaria a “manutenção das calçadas dos locais públicos”, como exemplo, as vagas de estacionamento no centro da cidade, porém, não informou quando seriam realizados os reparos.

Já em relação às árvores, ela afirma “ possuírem o seu crescimento natural e, como consequência, podem comprometer o calçamento, sendo necessária a manutenção periódica do seu entorno”.

Rozilene disse também que as árvores “são removidas apenas se apresentarem risco de queda”. Sendo assim, o avanço do tronco da árvore à parte lateral da via pública, na rua Dr. Camilo Ermelindo, não cabe não deve ser removida.

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