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MORTE NO CAMPUS

Enfermeiro fala sobre estrutura do pronto atendimento na UFGD

25 agosto 2014 - 18h00

O enfermeiro Genivaldo Dias da Silva, Chefe da Divisão de Enfermagem do Hospital Universitário e membro dos Conselhos Municipal e Estadual de Saúde explicou detalhadamente o funcionamento da Unidade Básica de Saúde que será construída provisoriamente no campus da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados).

O assunto ganhou proporção após a morte do estudante de Ciências Sociais Anacleto Tamporoski, 60, na manhã de terça-feira passada (19).

Em entrevista a assessoria da entidade, Genivaldo explicou que a universidade não pode priorizar atendimento restrito ao campus em detrimento do cidadão comum, já que isso contraria um dos princípios do SUS e lembrou ainda que o transporte até o hospital feito por ambulância é de competência do Samu.

“Será montada uma unidade de atendimento a agravos iminentes à saúde. Esse espaço será composto por Equipamentos Elétricos Médicos, como Desfibrilador Automático Externo (DEA), Torpedos de gases medicinais, tanto fixo quanto portátil; prancha rígida de transporte, cadeira de rodas para remoção de paciente com dificuldade de locomoção; medicamentos necessários para reversão de paradas cardiovasculares, devidamente administrados conforme orientação médica via telemedicina; materiais permanentes e de consumo indispensáveis à rápida intervenção ao suporte básico de vida. O time de resposta rápida será composto por seis profissionais de Enfermagem, sendo três enfermeiros e três técnicos de enfermagem, que atuarão conforme protocolos clínicos baseados em evidências. Essa unidade funcionará de segunda à sexta-feira, das 7h às 23h, e aos sábados das 7h às 12h, proporcionando, assim, uma cobertura a toda a comunidade acadêmica”, relatou.

Ainda segundo ele, o posto funcionará como nas Redes de Atenção Básicas de Saúde, ou seja, ao identificar um agravo iminente à saúde, os servidores acionam o Samu para que o mesmo possa ofertar um atendimento de maior complexidade.

Sobre a aquisição de uma ambulância para deixar no campus, Genivaldo disse que o transporte até o hospital é obrigação do Samu.

“Transporte até o hospital é de competência do Samu, regido pela Portaria 2048, de 05 de novembro de 2002, da Política Nacional de Atenção às Urgências”, disse, e completou, “adquirir uma ambulância obriga que esse veículo saia no sentido de prestar algum tipo de socorro caso haja alguma necessidade de intervenção, seja ela na população circunvizinha, seja na rodovia, o que foge da missão inicial de cobertura da comunidade acadêmica”.

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