Categoria repete ação na terça e promete retomar caso PLC não seja sancionado (Foto: Gizele Almeida) Nesta segunda-feira (20), 51 servidores da Justiça Federal de Dourados paralisaram quase em totalidade o atendimento na unidade em adesão ao movimento de greve nacional. A categoria busca com esta ação que seguirá também nesta terça-feira (21), pressionar para que a presidente Dilma Rousseff (PT) não vete o PLC (Projeto de Lei Complementar) 28/2015 que cria o plano de cargos e carreira dos servidores, concedendo reajuste salarial para a categoria.
No município, os atos de apoio ao movimento tiveram início no dia 29 de junho e 30% da classe estava “parada”. Já hoje todos os servidores “cruzaram” os braços e com faixas e cartazes mostravam a indignação com a falta de valorização em frente ao órgão.
De acordo com Júlio César da Luz Ferreira, representante da comissão de greve local, o atendimento está sendo realizado apenas para questões emergenciais - como em situações envolvendo a saúde pública - e a expectativa dos servidores é que até o fim desta terça-feira, a presidente sancione o PLC.
“Basicamente estamos trabalhando apenas em casos de atendimento que interfiram em questões de saúde, algum habeas corpus de urgência ou que interfiram em perecimento de algum direito.
Esperamos que a presidente se sensibilize com a causa, todo o país está nessa busca, o que queremos é que sancione esse projeto referente a nossa reposição salarial que é legítimo e prazo que ela tem para isso é até amanhã, a partir daí se ela não votar nem sancionar é perdido e isso não pode acontecer”, pontua.
O representante explica que se o projeto não for sancionado, para quarta-feira a previsão é que os servidores retomem a paralisação de 30% da mão de obra e a partir daí mais ações devem ser desenvolvidas. Ele ressalta que há muitos anos a categoria não recebe reajuste e que essa proposta se “arrasta” por anos.
“É fato que se isso ocorra vamos parar uma parte inicialmente (30%) e depois vamos continuar o movimento com perspectiva de mais greve geral até obtermos as melhorias esperadas para a categoria. É um absurdo nossa situação sem aumento desde 2006 e desde 2009 na tentativa deste reajuste”, destacou.
O projeto foi aprovado pelo Senado no dia 30 de junho. Na semana passada, coordenadores do Sindjufe/MS e o comando de greve visitaram os parlamentares da bancada federal de Mato Grosso do Sul em Brasília, para pedir apoio à causa dos servidores.
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