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GREVE EM DOURADOS

Educadores farão nota de repúdio contra vereadores

22 julho 2014 - 12h27

Thalyta Andrade

Os educadores em greve da rede municipal de ensino de Dourados prometem divulgar até o fim da tarde desta terça-feira uma nota de repúdio aos vereadores que votaram ontem à noite em favor de um projeto de lei apresentado pela secretaria municipal de educação, e que foi aprovados em regime de urgência.

A sessão Ordinária teve o plenário principal da Câmara Municipal tomado pelos protestos dos servidores da educação, e foi transmitida em tempo real pelo Dourados News. A proposta aprovada foi a da Lei nº 615, que refere-se ao reajuste de inflação dos 12 meses para os servidores administrativos.

“Não ficamos satisfeitos com o que foi aprovado, até porque existiram pontos que não concordávamos, e maior ainda foi a nossa insatisfação com os vereadores aprovando isso em regime de urgência. Vamos sim tornar pública uma nota de repúdio a este fato que é algo realmente lamentável”, afirmou o presidente do Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação), João Vanderley Azevedo.

Ainda de acordo com Azevedo, a categoria permanece em greve, até porque as pautas ainda estão em aberto independente ou não da aprovação de propostas que “não estão de acordo com o que é pleiteado”. O sindicalista disse também que a adesão dos educadores e escolas à paralisação que começou no dia 15 de julho está “ainda maior”, e que as atividades normais da rede permanecerão comprometidas por tempo indeterminado, independente do que está sendo divulgado pela administração municipal.

Ontem, durante a sessão na Câmara, a vice-presidente do Simted, Gleice Jane Barbosa, também se manifestou com indignação em entrevista ao Dourados News logo após a aprovação dos projetos encaminhados pela Semed (Secretaria Municipal de Educação).

“Nós continuamos, porque a nossa pauta principal nunca foi por esse reajuste, porque nós entendemos que ele de obrigação do governo. O que nós estamos lutando é por um plano de cargos e carreiras do administrativo que garanta a valorização e por uma política salarial do magistério também. O projeto não garantiu reajuste para os contratados e o reajuste de 8,32% é insuficiente. O que o prefeito conseguiu é que ele vai pagar o piso nacional para 40 horas, mas o que a gente quer é uma política de valorização”, criticou Gleice.




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