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Educação paga R$ 500 mil para anfiteatro do Presidente Vargas

05 março 2013 - 11h16

Além da reconstrução total da Escola Estadual Presidente Vargas, uma outra edificação vai estar a disposição dos estudantes e dos habitantes de Dourados, depois de concluída as obras do mais tradicional colégio do interior do Estado. Foi pago na última sexta-feira (01) ao Executivo Estadual o valor de R$ 500 mil para a construção do anfiteatro da Instituição.

O valor significa a metade de emenda de autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB) ao Orçamento Geral da União do ano de 2011 e já possibilita o início da obra. A reforma total da escola já está em estágio avançado e a previsão de entrega é para o final deste ano.

No ano de 2009, Resende, junto com o então deputado e agora senador Waldemir Moka (PMDB) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o Governo do Estado viabilizaram cerca de R$ 5 milhões para as obras de construção de uma nova Presidente Vargas. “O projeto arquitetônico preserva a fachada em respeito a história e a tradição da escola onde estudei e que formou muitas pessoas que hoje constroem e colaboram para o progresso de Dourados e região”.

O prédio antigo não vinha sendo utilizado pelo nível de precariedade de suas instalações. A estrutura apresentava rachaduras, goteiras, fiação exposta, colocando em risco alunos e professores. “O Estado estava alugando um prédio para abrigar os estudantes e não prejudicar o ensino. A reconstrução resgata a tradição da escola Presidente Vargas e, mais ainda, vai transformá-lo num dos mais belos e funcionais estabelecimentos de ensino de Mato Grosso do Sul”, afirma Resende.

Estão sendo construídas 24 novas salas de aula que ficarão atrás dos blocos I e II. Uma outra novidade é que a entrada dos alunos será pela Rua Ciro Melo, como forma de prevenção no trânsito, tendo em vista o forte fluxo de veículos na antiga entrada principal pela Oliveira Marques.

O parlamentar está sugerindo que o anfiteatro leve o nome do falecido professor Celso Müller do Amaral, que foi o doador da área de aproximadamente 10 mil metros quadrados, onde estão as obras de reconstrução. Para tanto, o parlamentar vai articular com o governo do Estado e com a Assembléia para que a indicação seja feita pelo poder Executivo ou pelo Legislativo estadual. Celso Amaral também foi o primeiro diretor da escola.

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