Devido a um caso ocorrido de mordida de cobra nas cercanias de Campo Grande, o “ofendido” pelo veneno do réptil teve que peregrinar por socorro em vários Postos de Saúde da Capital e, ao final, na Santa Casa, onde também não existia o antídoto.
Duas horas após a “picada” da jararaquinha, no calcanhar, já passando mal e com a vista turva, chegando à cidade em busca de socorro, teve que esperar mais hora e meia até que conseguissem o soro anti-ofídico no Hospital Regional. A vítima, o douradense Wilson César de Araújo, foi medicado e teve que permanecer dois dias acamado no nosocômio.
Como a eventualidade pode ocorrer em Dourados, a indagação que se faz é: em Dourados, existe soro anti-ofídico para socorro imediato? Ou terá que vir de Campo Grande? E sobre o soro anti-aracnídeo (aranha), o que há a dizer?
Nosso alerta é para que não fiquemos desprevenidos em uma emergência, pois a verdade é que existem muitas cobras pelos brejos ao redor dos córregos e rios de nossa região.
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