Após criação do fórum que irá discutir sobre as soluções em relação à mobilidade urbana em Dourados, o arquiteto Luiz Carlos Ribeiro, disse que a cidade tem problemas sérios em vários pontos dentre eles calçadas, ciclovias e criação de parques utilizando os fundos de vales. A solução, segundo ele, seria replanejar a cidade sobre todos os aspectos.
“A cidade hoje tem sérios entraves, entre eles os fundos de vales, as calçadas que praticamente não temos, pois a grande maioria estão danificadas. É preciso repensar a forma de crescimento, tem que estabelecer um projeto para isso. A administração não pode fazer de forma pontual e sim resolver como um todo, tem que estabelecer um planejamento sobre todos os aspectos”, disse o arquiteto ao Dourados News.
Luiz Carlos ministrou palestras e participou de debates durante o 1º Seminário de Mobilidade Urbana "A Dourados que eu quero", que teve início na sexta-feira ( 19) terminou na manhã deste sábado ( 20), no plenário da Câmara de Vereadores. O evento contou com a presença de várias entidades, estudantes e autoridades.
No encerramento do seminário, foi definido um Fórum Permanente da Mobilidade Urbana de Dourados, que propõe acompanhar a locomoção da população em toda a região e assim traçar diagnósticos, repercutir discussões, apontar soluções e acompanhar providências dos gestores públicos responsáveis de cada setor.
Esse fórum irá avaliar os conhecimentos técnicos e na prática, o desempenho dos principais transportes, como automóveis, ônibus de transporte coletivo, vans e ciclovias, dentre outros transportes. Ao todo, são mais de 60 pessoas e entidades de vários segmentos que farão parte das discussões.
“Dentro de 60 dias, todos serão convocados provavelmente se encontrarão aqui, no plenário da Casa de Leis, e então definir os 10 integrantes do conselho, assim como fazer o regimento interno”, disse Luiz.
Em relação ao o que pode ser mudado na cidade com a realização do seminário, Ribeiro é direto e aponta a qualidade de vida da população, porém, a longo prazo.
“Tem que perceber que nada é do dia para noite, pois tudo precisa ser analisado, estudado e planejado, isso demanda tempo. Vai melhorar o ir e vir das pessoas, a função de lazer, morar e viver neste ambiente. É discutir os problemas da cidade e o que pode melhorar, como o caso das calçadas, o transporte coletivo que não responde a capacidade da cidade, as ciclovias que tem que ter, são muita coisa”, explica.
Segundo o arquiteto, o próximo passo agora é fazer um regulamento interno de como serão propostas as situações.
“A questão da mobilidade urbana em Dourados, não pode mais viver do eu ‘acho’, precisa cientificizar, tem que ter projetos, criar um instituto, estabelecer ele para gerir, se não tiver isso, esse seminário se torna em nada”, finalizou.
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Com plenário cheio encerramento do seminário aconteceu na manhã deste sábado (20)