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UFGD

Docentes voltam na segunda, mas aulas ainda são incógnita

15 outubro 2015 - 16h05

Os professores da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) voltam às atividades na segunda-feira (19), porém ainda aguardam a decisão do Cepec- Conselho da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura- para saber a data em que retomarão as aulas na Instituição.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Docentes da UFGD, Fábio Perboni, os profissionais já estarão à disposição da Universidade e a reunião para definir o retorno das aulas será nesta sexta-feira (16) pela manhã. A expectativa é que isso ocorra nos próximos dias.

“Nós já estaremos de volta ao trabalho e agora só falta saber sobre como vai funcionar o calendário para voltarmos a dar aula, o que deve ser definido amanhã pelo conselho e penso que na semana que vem as aulas voltem”, disse.

O calendário acadêmico foi suspenso em julho - [relembre aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/conselho-define-por-suspensao-do-calendario-academico-na-ufgd) -, o que de acordo com a reitoria era a melhor medida a ser tomada. A definição na época apontava ainda que as aulas ministradas no período de greve deveriam ser retomadas quando a situação voltasse ao normal, o que seria ajustado junto aos profissionais.

Os docentes, técnicos administrativos e os alunos da Instituição entraram em greve em maio e com isso nem o primeiro semestre da grade acadêmica chegou a ser concluso. Visto a demora do movimento, os alunos retiraram o apoio a paralisação poucos dias antes do término [veja como foi aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/conselho-define-por-suspensao-do-calendario-academico-na-ufgd).

A greve

Essa foi uma das greves mais longas da UFGD, ultrapassando 130 dias. O ato ocorreu a nível nacional junto a outras categorias e a definição pelo fim aconteceu no dia 13 passado, porém a categoria segue insatisfeita com as mudanças conquistadas.

Na entrevista da semana do Dourados News [mostramos que os docentes não concordam com a mudança salarial obtida. Eles temem que os cortes anunciados pelo governo precarizem o trabalho e apesar da volta as atividades, seguirão em busca de negociações](http://www.douradosnews.com.br/entrevistas/cortes-na-ufgd-prejudicarao-cursos-atuais-e-impedirao-novos-diz-presidente-sindicato-dos-docentes).

“A gente pedia no início da greve 27.6% de correção para zerar com as perdas inflacionadas e o que o governo ofereceu é 5.5% de agosto para 2016, mais 5% para janeiro de 2017, o que consideramos insuficiente. Foram anunciados cortes também que devem impactar negativamente a instituição e com isso voltaremos as atividades mas seguiremos na tentativa de negociações”, destacou.

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