Dentre os estragos estão telhas arrancadas, vidros quebrados, entre outros (Foto: Rodrigo Bossolani) O relatório com o custo total que terá que ser gasto para arrumar os estragos deixados após invasão do residencial Dioclécio Artuzi III ainda não foi concluído pelos responsáveis e também não existe previsão para que isso aconteça. A entrega das casas aos contemplados também não tem data prevista. O local foi invadido por centenas de famílias sem-teto no dia 11 de abril, e a saída deles ocorreu um mês depois.
De acordo com a assessoria da Caixa Econômica Federal, o levantamento dos itens que precisam ser consertados e com o que ainda faltava finalizar foi feito e agora a equipe designada irá calcular o montante.
“Não dá para prever quando será o término da obra e entrega. É uma análise bem detalhada feita pelos técnicos”, informou a assessoria.
Um dos representantes da empreiteira responsável LC Braga, Ramão Pedroso, havia informado após saída dos invasores que o [valor total de prejuízos deveria ser calculado em cerca de dez dias](http://www.douradosnews.com.br/dourados/responsaveis-devem-demorar-dez-dias-para-calculo-total-de-prejuizo-deixado-por-invasores). .
Já José Francisco Correia de Almeida, que também representa a empresa em Dourados, afirmou que a equipe constatou ao fazer o relatório, que grande parte das casas foi bastante deteriorada.
“É triste ver as casas naquela situação, já estavam indo para a reta final das obras e agora tem muita coisa a ser feita, já que a maioria está muito danificada”, citou.
As 450 casas invadidas fazem parte do programa “Minha casa minha vida”, a previsão era de serem entregues em 2014, data estipulada para ficarem prontas. A lista com as famílias contempladas com a moradia, foi divulgada pela prefeitura de Dourados através do setor de Habitação em dezembro de 2013, cujo sorteio ocorreu no pavilhão de eventos ao lado do estádio Douradão.
O Dourados News acompanhou a situação e o rastro de destruição deixado no local pelos invasores após a ordem que determinou a saída deles das casas.
Objetos foram destruídos e muitos destes também furtados, além de atos de vandalismo através de pichações e tintas jogadas nas paredes.
Ainda de acordo com a assessoria da Caixa Econômica Federal, os trâmites após a invasão levarão mais tempo do que o que havia sido programado.
“Terá que se fazer uma reprogramação das obras e da entrega com base nesse levantamento, mas, isso não deve ser rápido e com o acontecido deve ser bem mais demorado certamente do que o prazo dado no início do processo. Após isso há ainda a questão de documentação, vistoria e outros procedimentos”, enfatizou.
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