Os hospitais de Dourados enfrentam superlotação em função da epidemia de dengue. Segundo informações coletadas pelo Douradosnews junto a médicos apontam que mais de 60% dos leitos hospitalares disponíveis na cidade estão ocupados por pacientes com a doença.
Pacientes em macas aguadando leito, que é uma cena comum nos hospitais públicos e filantrópicos - como o Evangélico por exemplo - pode ser notada na segunda-feira passada em hospitais particulares, como o Santa Rita. De acordo com o médico plantonista Antonio Pedra, em uma hora ele atende em média quatro casos da doença.
Rogério Cisneros, médico do Hospital da Cassems, informou que há cerca de 15 dias está esperando leito hospitalar para fazer cirurgias. Ele lamenta ainda a morte de seu pai, de 84 anos, cujo sintoma principal foi de dengue, agravado pela sua idade. Rogério defende inclusive a adoção de medidas judiciais para garantir que casas vazias sejam arronbadas para combater os focos do mosquito transmissor da doença, o Aedes Aegiypti.
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