Contemplados com casas do Residencial Dioclécio Artuzi III prometem uma manifestação nesta quarta-feira (15) às 8h em frente ao CAM (Centro Administrativo Municipal). A intenção é cobrar agilidade para a entrega das 450 unidades do local, invadidas por grupo de sem-teto em abril deste ano e desocupada um mês depois.
De acordo com Lizandra Monteveli, uma das integrantes do grupo que organiza o protesto, a preocupação maior é com a possibilidade de novas invasões. Atualmente, a empresa responsável pela construção do condomínio, a LC Braga, retomou os trabalhos e tem feito o processo por regiões.
São 450 unidades habitacionais que deveriam ser entregues no ano passado. Os nomes dos contemplados foram divulgados em outubro de 2013.
“Estamos procurando meios para agilizar a nossa entrada. Convivemos diariamente com a possibilidade de nova invasão e como eles alegam que a obra deve ser finalizada apenas no ano que vem, pedimos rapidez no processo”, comentou a moradora.
No domingo, eles realizaram um ato na frente do residencial que contou com a participação de dezenas de pessoas. Na quarta, o grupo pretende atingir número maior de pessoas. “Vamos tentar reunir pelo menos 300 pessoas para cobrar a nossa casa”, disse Lizandra.
Os recursos para o Dioclécio Artuzi III são provenientes do governo federal e liberados pela CEF (Caixa Econômica Federal) por etapas.
No mês passado – [relembre aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/contemplados-do-dioclecio-iii-vao-ao-mpf-e-denunciam-falta-de-solucao-para-as-casas) – populares procuraram o MPF (Ministério Público Federal) e protocolaram ação pedindo solução para imbróglio.
O caso ocorreu no dia 11 de junho e na sexta-feira passada (10), os contemplados receberam a informação da instauração de um inquérito civil por parte do órgão, ‘tendo objetivo de investigar se há atraso injustificado na construção do condomínio’.
DEPREDAÇÃO
Conforme mostrado pelo Dourados News no dia 14 de maio, dois dias após a desocupação do condomínio por parte dos sem-teto, o cenário no local era de destruição.
Portas arrombadas, forros retirados e paredes manchadas de tintas davam o tom de vandalismo no residencial, [relembre aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/responsaveis-devem-demorar-dez-dias-para-calculo-total-de-prejuizo-deixado-por-invasores).
Até louças sanitárias foram arrancadas e um tanque virou churrasqueira em uma das casas.
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Moradores fizeram protesto no local domingo passado - Foto: WhatsApp/Ligado na Redação