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CALORÃO

Marcando quase 40ºC onda de calor já dura 9 dias em Dourados

24 setembro 2015 - 14h50

Com temperaturas máximas acima dos 33ºC há nove dias o município de Dourados registra a primeira onda de calor do ano. O fenômeno acontece, segundo a Embrapa Agropecuária do Oeste, quando os termômetros ficam acima dos números citados por determinado período. Nesta quinta-feira, por exemplo, a estação meteorológica do órgão apontou 36,6ºC, com sensação térmica de 38,7ºC por volta de 12h40, a maior nesse período.

O último registro de ‘calorão’ na cidade ocorreu entre os dias 8 e 19 de outubro do ano passado. Na época, a temperatura máxima chegou aos 40,8ºC, a maior desde junho de 1979.

De acordo com o artigo assinado pelo pesquisador da Embrapa Carlos Ricardo Fietz e pela acadêmica de Engenharia Ambiental da Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) Gabriela Moreira Ferreira, houve na região de Dourados 19 ondas de calor com 12 ou mais dias de duração nesses pouco mais de 36 anos.

Apesar das temperaturas não baterem recordes, 2002 foi o ano com mais frequência dessas ondas, com três registros.

Os termômetros acima dos 33ºC devem continuar em Dourados, pelo menos até sábado. Conforme a previsão do Cptec (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos), a máxima prevista para sexta é de 35ºC e de 33ºC no dia seguinte.

BOM PARA AGRICULTURA

Ainda conforme o artigo apresentado pelos autores, essas ondas de calor muitas vezes são benéficas na agropecuária, principalmente àqueles que utilizam sistemas integrados de produção. “No caso da agropecuária, área de atuação da Embrapa, os produtores rurais que adotam tecnologias, por meio de sistemas integrados de produção, têm chances de melhores resultados no campo (ambientais, econômicos e sociais) em períodos como esses, nos quais as temperaturas máximas são superiores à média usual para uma determinada época”, diz trecho do material que exemplifica em seguida os fatores melhorados.

“Ambientalmente evita-se erosão, reduz a evapotranspiração, o número de pragas, plantas daninhas, doenças e, consequentemente, uso de agroquímicos, e aumenta-se a produção de grãos, fibras e energia. Economicamente, o aumento da produção possibilita a melhoria na geração de renda. E socialmente melhora a condição de vida do trabalhador rural, o preço e a qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor”, finaliza.

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