O vereador Cido Medeiros (DEM) esteve ontem a tarde em alguns PSFs (Programa de Saúde da Família) para conferir ‘ in loco’ várias denúncias recebidas em seu gabinete de que estaria faltando material de trabalho e principalmente medicação nas farmácias da rede pública de Dourados. Cido foi primeiramente ao PAM (Pronto Atendimento Médico), onde constatou a falta de remédios considerados de uso contínuo, como Glibencamida e Omeprazol (utilizado para tratamento estomacal) e ainda Hidroclorotiazida, para controle da pressão arterial. “Em pouco menos de 15 minutos que estivemos no local, pelo menos sete pessoas voltaram sem medicação”, relatou.
O vereador conversou ainda com alguns pacientes que reclamam a falta de medicação na Farmácia Municipal, anexo ao PAM, como Carlos César, que entre outros retornou sem a medicação receitada pelo médico. “Não tenho nem como me locomover direito devido ao acidente que sofri recentemente e, para minha surpresa quando chego aqui não tem remédio”, reclamou.
Na Saúde Mental também estariam faltando remédios que fazem parte da ‘Tabela ABC Farma’, não inclusos na cesta básica oferecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
Já no CSU do Jardim Água Boa a situação não é diferente. Cido relatou que na manhã de ontem foi informado de que estaria faltando Berotec, medicamento utilizado para fazer inalação. “Algumas pessoas me disseram que foram orientadas pelos atendentes para comprar a medicação e levar até aquela unidade, pois, sem o mesmo não teria como fazer o procedimento de inalação”, afirmou.
INDIFERENÇA
Ainda na tarde de ontem, o vereador esteve no PSF do Jardim Santo André, onde ele e sua equipe foram tratados com indiferença pela coordenadora Ana Cláudia, segundo Cido Medeiros. “Quando chegamos até o local a orientação foi de que ninguém estaria autorizado a passar informações sobre o atendimento e nem sequer que fosse tiradas fotos”, disse. “Se o vereador que é o representante do povo não puder fiscalizar, imagine a população que procura atendimento”, ressaltou Cido.
O vereador afirmou que pretende encaminhar na próxima sessão da Câmara Municipal, requerimento aos órgãos competentes pedindo informações sobre qual razão da morosidade na compra dos remédios. “Se é que já foram feitas licitações, quero saber porque os contratos ainda não foram assinados para que os medicamentos sejam entregues a comunidade”, concluiu.
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