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Canex proporciona conhecimento a acadêmicos sobre cana-de açúcar

22 março 2013 - 09h27

Assessoria

O 1º Curso de Extensão em Cana-de-açúcar, o Canex, realizado pela Unigran e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) recebeu aproximadamente 600 pessoas, entre elas acadêmicos e profissionais da área sucroalcooleira da região.

Foram quatro palestras voltadas ao cultivo, manejo e os desafios da cultura. O engenheiro agrônomo da Bunge – Usina Monteverde de Ponta Porã, Antônio Higino Frederico Pereira, ministrou a palestra “Cana de açúcar: mudanças e desafios”. Segundo ele, o cultivo de cana em Mato Grosso do Sul está em franco desenvolvimento. “A cana se deu bem aqui no estado, as usinas estão com boa produtividade. E devido à boa distribuição de chuvas há uma boa produção. Além de termos muitas áreas principalmente de pastagens degradadas onde podemos plantar e ter uma melhor utilização da terra”, garante.

Para o especialista os desafios estão em melhorar as práticas do plantio mecanizado. “Precisamos desenvolver mais máquinas e ter mais estudos das universidades e dos centros de pesquisas para conhecer melhor os solos e poder fazer um melhor planejamento”, relata. Já nas questões das mudanças ele aponta o cenário anterior, “a colheita era feita de forma manual, existia a queima da palha da cana e o plantio era manual. Hoje o plantio é mecanizado e a colheita não é mais queimada”, afirma.

A palestra “Mosca-dos-estábulos: situação dos surtos em MS, métodos e novas alternativas de controle” foi ministrada pelo mestre em Biologia Samir Oliveira Kassab. O biólogo explicou que o inseto é uma praga recorrente nas fazendas próximas as usinas, porém ele ressalta, “é uma hipótese, que com a expansão do setor pode ter acontecido uma oferta maior na demanda de recurso de material vegetal causando esses surtos. Porém é importante frisar que nas fazendas existem focos que contribui para a proliferação dado que esse inseto já era considerado uma praga na pecuária antes do cultivo da cana, por isso é importante trabalhar com os dois lados da moeda”.

A programação voltada mais para os acadêmicos teve a aprovação do futuro agrônomo Guilherme Rabelo e da estudante de Tecnologia em Produção Agrícola Fernanda Aparecida Teixeira. Para Rabelo o evento foi muito importante, pois é um cultivo que está crescendo na região. “As palestras tiveram temas bem relevantes e serve para agregar conhecimento no nosso processo de aprendizado. Alguns assuntos nós já vimos então serviu para relembrar e agregar alguns novos conhecimentos”, constata o acadêmico de Agronomia. Já para Fernanda, estudante de Tecnologia em Produção Agrícola e trabalha em uma usina há mais de dois anos, o evento é de relevância e importância para os acadêmicos da área, pois dá uma visão além da cultura da soja e do milho.

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