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NOVELA

Caixa notifica e dá prazo para empreiteira do Dioclécio Artuzi

12 fevereiro 2016 - 16h35

Em reunião com os contemplados das residências no condomínio Dioclécio Artuzzi III, em Dourados, representantes da Caixa Econômica Federal apontaram que tomaram a decisão de notificar a LC Braga, empresa responsável pelas obras, para que apresente o andamento dos trabalhos até o dia 05 de março, e caso isso não ocorra o contrato será rescindido.

A afirmação foi feita nesta quinta-feira (11) a um grupo de cerca de dez contemplados durante encontro na sede da superintendência do banco, em Campo Grande.

De acordo com Ubiratan Chaves, representante da Caixa, a busca é solucionar o problema da demora na entrega e ainda nesta sexta-feira (12), uma reunião com representantes da empresa ocorreria. “Nós estamos trabalhando paralelamente para resolver a questão e hoje teremos reunião para outras definições”, citou.

Chaves explica que após o prazo determinado, uma equipe técnica da Caixa analisará se houve evolução no andamento das obras e se isso acontecer a prestação de serviço continua. Se for constatado o contrário, a instituição irá realizar licitação para que outra empresa se responsabilize pelo trabalho.

“Depende do que for apresentado, se for apresentada mudanças significativas que demonstrem que vão concluir segue, se não anula [o contrato]”, disse.

Já quanto a previsão de entrega, o representante citou que ainda não pode estipular data, pois, depende de como decorrerá essas situações.

“A entrega depende desses trâmites, só a partir daí poderá se ter uma noção”, cita.

Na semana passada, um grupo de contemplados realizou manifesto em frente ao condomínio e se mostrava indignados, afirmando que a obra não estava “andando” [veja como foi aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/grupo-de-contemplados-volta-protestar-por-nao-acreditar-em-retomada-de-obras).

Outros atos já ocorreram e a cobrança é por respostas definitivas quanto a entrega das residências.
A “novela” do Dioclécio Artuzzi III, acontece pela lentidão da entrega das casas aos contemplados que foram sorteados para recebê-las em 2013 com previsão de entrega para 2014. O local que já contava com atraso nessa questão, foi ainda invadido por um de um grupo de sem teto em abril de 2014. Após isso, as casas forma muito danificadas e os moradores ainda sem previsão de “entrar” nas residências afirmam nos atos que se sentem “enrolados”.

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