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TRÁFEGO LIBERADO

Bloqueio na MS-156 chega ao fim, mas pode ser retomado caso acordo seja descumprido

02 agosto 2014 - 09h20

Thalyta Andrade

O bloqueio promovido por educadores indígenas na rodovia MS-156, que liga Dourados à Itaporã, terminou no fim da tarde de ontem, quando o Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) e também representantes da educação indígena chegaram a um acordo com a Semed (Secretaria Municipal de Educação) após reunião intermediada por vereadores que deu fim à greve da categoria, que havia sido iniciada no dia 15 de julho.

Lideranças indígenas confirmaram ao Dourados News o fim da mobilização, que havia começado na última terça-feira, dia 29 de julho. No entanto, uma retomada não está descartada, como ressaltaram as lideranças e também o Simted, por meio de nota oficial.

Agora, servidores da educação municipal e educadores indígenas aguardam o cumprimento do que foi acordado na reunião realizada no fim da tarde de ontem na Câmara Municipal, com a presença de representantes de ambas as partes e também da secretária municipal de educação, Marinisa Misoguchi.

Conforme divulgado por ambos os lados, as partes saíram satisfeitas com o acordo, que prevê que a administração municipal vai extinguir, de imediato, todos os processos judiciais movidos contra o movimento grevista do Simted, incluindo a ação que declara a greve ilegal e abusiva e pede a prisão do presidente do sindicato, João Vanderley Azevedo, além da multa aplicada pelo Imam (Instituto Municipal de Meio Ambiente) por poluição sonora (referente aos manifestos no Centro Administrativo Municipal com uso de cornetas).

Ainda conforme divulgado pelo Simted, também ficou acordado que a prefeitura vai prosseguir com as análises necessárias para inclusão dos servidores administrativos no PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações) dos educadores. As reivindicações dos trabalhadores na educação indígena foram acolhidas e serão intermediadas pelo Legislativo.

Já com relação ao piso salarial de 20 horas para os integrantes do magistério, a prefeitura assumiu o compromisso de apresentar, até o dia 15 de outubro, o projeto de lei que estabelece essa política a partir de 2016 ou 2017, conforme já havia sido proposto no final de abril.



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