Dentro da Psicologia, a área Organizacional e do Trabalho é tradicionalmente a que mais se emprega. As últimas pesquisas nacionais apontam que 50% dos empregos que psicólogos conseguem estão voltados para esta área.
Pensando em abordar as práticas e os desafios dos profissionais que aderem a esta especialidade, o curso de Psicologia da Unigran organizou a III Conferência de Psicologia Organizacional e do Trabalho.
Acadêmicos e profissionais de Psicologia acompanharam duas palestras com o administrador e psicólogo Adriano de Lemos Alves Peixoto, que é presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho – SBPOT. Os temas foram: “O Papel Do Psicólogo Organizacional na Gestão de Pessoas e Apresentação de Casos de Grupos de Estágios em POT” e “Diagnóstico Organizacional”.
A professora organizadora do evento, Letícia Oliveira Silva fala, fala que a Psicologia Organizacional é uma área que tem crescido muito no estado e no Brasil, e que mais tem empregado psicólogos. “Trouxemos um profissional psicólogo e administrador para falar aos acadêmicos, por ser uma pessoa de renome na nossa área, escritor de alguns capítulos de livros, vários artigos. A proposta foi trabalhar com duas temáticas super importantes para a formação dos nossos alunos”, afirma.
O convidado Adriano de Lemos Alves Peixoto falou sobre o papel do psicólogo organizacional do trabalho e o diagnóstico organizacional. “O principal papel em termo de frequência é a área de recrutamento e seleção, mas isso é muito limitado, pois pode atuar em áreas como ergonomia, não só física, mas também interface homem/máquina, mudança organizacional, organização e reestruturação de layout, processos de trabalho, treinamento e desenvolvimento, recompensas, preparação para aposentadoria, avaliação de desempenho, entre tantas outras”, menciona o palestrante.
Adriano Peixoto destaca que tudo que tiver relacionado com o trabalho, com as pessoas e com a estrutura básica da organização são campos de atuação do psicólogo. “A nossa característica talvez mais distintiva é a de que na faculdade passamos cinco anos estudando as pessoas, e não tem nenhuma outra graduação no contexto organizacional que tenha essa competência, entender como elas se comportam, como estão no ambiente de trabalho, sobre a saúde das pessoas e como você organiza as pessoas para elas darem resultados eficientes, é fundamental”, ressalta.
O presidente da SBPOT afirma que as últimas pesquisas nacionais dão conta de que 50% dos empregos que se conseguem na área de Psicologia estão voltadas ao organizacional. “Toda organização se estrutura em torno de algum tipo de trabalho. O profissional não vai atuar dentro de uma perspectiva clínica, mas cabe ao psicólogo mostrar aos gestores o trabalho que eles conseguem desempenhar para melhorar a organização da empresa. Acho que esse é talvez um dos nossos maiores desafios”, considera Adriano.
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