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Área central de Dourados poderá ter visual oriental

31 agosto 2005 - 09h26

A Associação Cultural Nipo-Brasileira de Dourados, através do presidente Kiyoshi Rachi e os diretores Junji Miyakawa e Roberto Yoneyama, acompanhados do vereador Elias Ishy (PT), estiveram recentemente com o prefeito Laerte Tetila (PT) e o secretário municipal de Governo, Ermínio Guedes para discutir a possibilidade de transformar os trechos da rua Toshinobu Katayama, entre a Joaquim Teixeira Alves e Major Capilé com características da cultura oriental. Dourados, em Mato Grosso do Sul, Lins, no interior de São Paulo, e Santo André, no Grande ABC, são redutos de grandes concentrações de nipo-brasileiros e são cidades que poderão ganhar, em 2008, toques mais orientais nas ruas e no comércio. As transformações urbanísticas que estão sendo estudadas nessas localidades fazem parte de projetos locais para as comemorações do centenário da imigração japonesa no País. Nessa primeira reunião, já ficou definida a criação de um concurso para que arquitetos possam enviar suas sugestões. É um processo que ainda deve levar algum tempo. “Pelo menos cinco ou seis meses. O importante é que já ganhamos o apoio da prefeitura, que inclusive nos ofereceu também uma praça pública em homenagem ao centenário”, argumenta Rachi. Sem o projeto em mãos, ainda não há possibilidade de fazer qualquer prognóstico quanto ao que se pode gastar no empreendimento. A idéia, uma vez com o concurso em andamento, é ouvir os comerciantes da região. O presidente acredita que não deverá encontrar resistências. “Um projeto assim, dessa magnitude, e que vai trazer importantes modificações, é de interesse dos próprios comerciantes”, relata. O próprio prefeito Tetila, durante a reunião, já se manifestou positivamente ao projeto. Revelou que as mudanças podem entrar no rol das atrações turísticas da cidade. Nas três cidades, os projetos já foram apresentados às respectivas prefeituras. Nenhum deles, porém, faz parte da lista dos 94 levados ao conhecimento da Associação para a Comemoração do Centenário, criada há dois anos para tratar das festividades de 2008. Na ocasião, a entidade, presidida por Kokei Uehara, que também comanda a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (Bunkyo), priorizou o projeto do Supercentro, cuja construção na Vila Leopoldina, zona oeste da capital paulista, acabou sendo rejeitada.

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